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Capital

Sobrevivente de tiroteio há 11 anos levou 6 tiros e escapou de novo

Em 2009, Altair Gregório da Silva Roberto chegou a ser preso suspeito de iniciar troca de tiros no Vida Nova

Por Mirian Machado | 29/11/2020 14:47
Altair Gregório da Silva está internado na Santa Casa de Campo Grande (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo) 
Altair Gregório da Silva está internado na Santa Casa de Campo Grande (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)

Altair Gregório da Silva Roberto, de 29 anos, atingido por 6 tiros na noite de ontem (28) no Bairro Santa Luzia, sobreviveu a um tiroteio em 2009 durante um confronto entre gangues no Bairro Vida Nova. Na época ele chegou a ser preso suspeito de iniciar o tiroteio.

O confronto terminou com seis pessoas baleadas, entre elas, um homem, uma mulher, dois adolescentes, uma criança de 10 anos e o próprio irmão de Altair, à época com 16 anos. O pai de Altair afirmou, também na época, que os filhos não faziam parte de gangue alguma.

No caso de ontem, Altair foi atingido por seis tiros e um rapaz de 24 anos, por um tiro no abdômem, após um atirador em um Gol G5 passar pela Rua Santa Efigênia fazendo os disparos.

O jovem de 24 anos foi encaminhado à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Coronel Antonino e Altair para a Santa Casa de Campo Grande. Segundo o hospital, ele passou por cirurgia e no momento está consciente, orientado e estável, em recuperação na enfermaria.

No passado - O tiroteio teve início às 13h no dia 5 de outubro de 2009, na Rua Tauá. Segundo apurou a polícia, Altair Gregorio da Silva Roberto, que tinha 18 anos e era apontado como integrante da gangue do Bairro Vida Nova, iniciou os disparos assim que viu Anderson Alves dos Santos, 18 anos, Ronald Santos de Oliveira, 19 anos e um adolescente de 16 anos, que seriam membros da gangue rival, do Jardim Anache.

Ninguém foi atingido desta vez. Irritados, pouco depois os três garotos do Anache retornaram ao local e com um revólver calibre 38 dispararam contra Altair, seu irmão e amigos dele que estavam no local.

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