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Campo Grande, Quinta-feira, 18 de Abril de 2019

15/01/2019 17:46

Suspeito de matar merendeira no Caiobá tem prisão preventiva decretada

Jesus Ajala da Silva, o Sabiá, apresentou-se às autoridades por volta das 16h; advogado afirma que ele não confessou o assassinato de Silvana Tertuliana Pereira

Humberto Marques e Liniker Ribeiro
Silva (à direita), seguido do advogado João César Leite; ele era procurado desde que o corpo de Silvana foi encontrado. (Imagem: Reprodução)Silva (à direita), seguido do advogado João César Leite; ele era procurado desde que o corpo de Silvana foi encontrado. (Imagem: Reprodução)

Foi decretada na tarde desta terça-feira (15) a prisão preventiva de Jesus Ajala da Silva, o “Sabiá”, suspeito de ter assassinado a facadas a merendeira Silvana Tertuliana Pereira, de que foi namorado, na quarta-feira (9) no Caiobá –sul de Campo Grande. A medida foi tomada pouco depois da apresentação do acusado na Deam (Delegacia Especializada), na Casa da Mulher Brasileira.

Silva chegou ao local acompanhado do advogado João César Leite, que disse ter sido contratado apenas para acompanhar o suspeito na apresentação. “Ele não confessou a autoria do crime, mas a investigação agora cabe à polícia”, declarou, ao reforçar que o caso deve ser assumido por um defensor público. Leite disse, ainda, que desde que o crime foi cometido, Silva esteve na casa de familiares e parentes.

O suspeito era procurado desde a semana passada, apresentando-se por volta das 16h à Polícia Civil sem falar com a imprensa.

O corpo de Silvana foi encontrado no quintal de uma casa abandonada, enrolado em cobertores e com uma faca ainda cravada no corpo, dois dias depois do crime. Moradores entraram no terreno para colher mangas e avistaram o cadáver, o que deu início às investigações.

No domingo (13), equipe do GOI (Grupo de Operações e Investigações) da Polícia Civil descobriram que Silvana foi morta em uma quitinete na Rua das Valquírias, a poucos metros do local onde o corpo foi localizado. O imóvel havia sido alugado no nome de Silva, que desde o desaparecimento da vítima não havia sido visto. Horas antes, a família havia procurado a polícia para registrar o desaparecimento da mulher e de suas filhas.



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