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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

02/06/2011 18:40

Suspenso de aulas, menino de 10 anos diz que foi estuprado perto da escola

Nadyenka Castro e Ana Paula Carvalho

Suspeitos estão detidos

Um menino de 10 anos diz que foi estuprado na tarde desta quinta-feira nas imediações de uma escola, no Jardim Flamboyant, em Campo Grande. Ele havia sido suspenso das aulas nessa quarta-feira.

O garoto contou que foi suspenso porque brigou com uma colega por causa de uma carteira. Com medo de contar para a mãe que não podia ir à escola hoje, ele cumpriu sua rotina, mas ao chegar no portão do colégio não pode entrar.

Para não voltar à casa no início da tarde, ele sentou em um banco em uma rua lateral à escola e esperava o fim do horário letivo quando foi abordado pelos dois suspeitos.

Segundo o menino, o senhor e o adolescente de 15 anos falaram: “Vamos ali com a gente que vamos te dar um negócio”. Ele então entrou em um imóvel em construção.

De acordo com a criança, os autores o seguraram, abaixaram a calça dele e colocaram um cabo de vassoura. “Parecia que estava assando”, diz. Quando tiraram, eles se questionaram onde iriam esconder o objeto e então o menino fugiu.

Ele diz que ficou perambulando pela região e chegou a ir à casa de uma prima. Neste intermédio de tempo, uma colega dele falou para a diretora da escola que tinha o visto com um homem sobre o telhado da casa em construção.

A diretora então ligou para a mãe, a qual foi a procura do filho e o encontrou nas proximidades do colégio. Os dois foram para a residência e lá, de acordo com ela, pediu para que o garoto tirasse a roupa e verificou que havia fezes na cueca.

Diante da situação, declara a mulher, ela foi até o posto da PM (Polícia Militar) e contou o que havia acontecido. Os policiais do 10ª Batalhão foram à construção e levaram todos que lá trabalhavam para a delegacia de Polícia Civil.

Segundo o menino, somente dois dos trabalhadores foram os autores e os demais não o viram no local. Os suspeitos negam o crime. Eles dizem que o garoto apareceu lá, contou sobre a suspensão e ficou brincado lá.

“Nós até dizemos para ele tomar cuidado para não se machucar”, disse um deles. Ao reforçar que não cometeu o crime, o suspeito mais velho declarou. “Tenho um filho de 12 anos. Nunca faria uma coisa dessas”. O menino será encaminhado para exame médico.

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O buraco é mais embaixo.
Para ele mentir e não ir pra casa, acredito que o problema possa ser na educação familiar.
Convém verificar a familia. Chamem o pessoal do conselho tutelar e bata-um-papo-chega-prá-cá com os familiares.
A Dotora Psicóloga vai provavelmente e no mínimo fazer todos entenderem algumas coisas.
Se eu fosse o pedreiro, agora processaria a familia pela mentira.
 
Orlando Lero em 03/06/2011 03:49:05
Em primeiro lugar, gostaria de externar algumas considerações. Como uma mãe e uma diretora de escola confiam na palavra de uma criança de 10 anos, que está suspensa das aulas, sabe-se lá por que motivo, e não vão direto para a Delegacia de Polícia registrar ocorrência e fazer os exames necessários para comprovação dos fatos?
Imaginem se a população que estava no local, no calor das emoções comete um outro crime contra os acusados, acreditando na "verdade" única e exclusiva de uma das partes (uma criança)? Como ficariam estes profissionais que dependem do seu trabalho para o sustento de suas famílias?
E ademais, temos que pensar também que uma verdade sempre terá dois lados que devem ser ouvidos.
Outra coisa, como vizinho da escola, presenciei a ação da população e dos parentes do menino que queriam invadir uma residência para procurar a "arma do crime". Que crime? Quem é competente para apuração de um crime?
Justifica-se um crime com a execução de um outro crime muitas vezes muito mais grave? Imaginem, no local haviam pessoas armadas querendo matar os pedreiros que trabalhavam na obra. Se realmente tivesso ocorrido um assassinato, como estariam agora a mãe e o garoto? E a família do acusado?
Precisamos de mais cautela para tomarmos qualquer tipo de atitude em face de qualquer fato!
Parabenizo os policiais que conseguiram controlar a turba em pouco tempo.
Mas acredito que esta estória ainda vá dar muito pano para manga, pois como vai ficar a situação do garoto na escola? Ele terá condições de estudar lá ainda? Não será motivo de chacota da molecada?
As autoridades devem tomar todas as providências e inclusive alertar a mãe para que não fique dando guarida às mentiras do seu filho, pois hoje tudo se resolveu sem maiores problemas, mas amanhã seu filho pode ser um novo "GAROTO PROBLEMA" como aquele que invadiu a escola no Rio de Janeiro praticando aquela barbaridade que todos devem se lembrar.
 
José Vinícius Gomes em 03/06/2011 01:53:02
meus deus que mundo é esse que covardia.
 
maria clara aparecida em 02/06/2011 07:03:05
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