A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

18/12/2015 09:10

Tiroteio com morte de policial e subtenente ocorreu após tarde de festa

Viviane Oliveira e Luana Rodrigues
O crime ocorreu em uma garagem de compra e vendas de veículos. (Foto: Marcos Ermínio) O crime ocorreu em uma garagem de compra e vendas de veículos. (Foto: Marcos Ermínio)
Um atirou no outro e dois morreram no local. (Foto: Direto das Ruas. Um atirou no outro e dois morreram no local. (Foto: Direto das Ruas.

O tiroteio que terminou com a morte do policial civil Dalmir Martins da Silva, 50 anos, e do subtenente do Exército, Denivaldo Teixeira Santos, 58 anos, ocorreu após 7 horas de festa. Eles participavam de confraternização em uma garagem de compra e vendas de veículos na Rua Dona Henriqueta Vicente de Almeida, próximo a Trindade, Vila Ieda, em Campo Grande.

A festa começou por volta do meio-dia e o crime ocorreu às 19h30. Uma testemunha que estava na festa e pediu para não ter o nome divulgado, contou que todo ano o proprietário do estabelecimento faz um confraternização para reunir amigos com mais de 30 anos de amizade.

Todos estavam consumindo bebida alcoólica, quando por volta das 17h o policial Dalmir foi embora, mas retornou cerca de 90 minutos. Ele chegou dizendo que havia pegado carona com um vizinho para voltar à festa, porque não conseguiu sair de casa com o seu carro, pois um caminhão estava estacionado em frente ao portão da residência dele, que também fica na Vila Ieda. 

Conforme testemunhas, o subtenente passou a provocar o policial dizendo que se fosse ele "metia bala em todos os pneus do veículo". Por causa disso, os dois começaram a discutir, quando o policial sacou a arma da cintura, apontou para o rosto do subtenente e pediu para ser tirado do local, caso contrário mataria Denivaldo.

O dono da garagem, então, abraçou Dalmir e o levou para a frente do comércio dizendo que o levaria embora. Porém o policial percebeu que o subtenente se aproximava com uma arma na mão e também tirou a pistola da cintura. Os dois ficaram de frente e um passou a atirar contra o outro. Eles morreram antes da chegada do socorro. Testemunhas disseram que as duas armas foram descarregadas. 

Hoje de manhã ainda foi possível ver as marcas de tiros no muro e em alguns veículos do comércio. Segundo testemunha, os dois não eram amigos, apenas se conheciam por causa da amizade em comum que tinham com o dono do comércio.

O caso foi registrado como homicídio qualificado por motivo fútil na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) da Vila Piratininga. O subtenente do Exército aparece como autor no registro policial.

Policial civil e subtenente do Exército discutem, trocam tiros e morrem
Um policial civil identificado apenas como Dalmir Martins da Silva, 50 anos, e o subtenente do Exército Denivaldo Teixeira Santos, 58 anos, morreram ...
Promotoria e prefeitura firmam acordo para recuperar área de preservação
Foi celebrado entre o MPE (Ministério Público Estadual) e a prefeitura de Campo Grande acordo para recomposição da vegetação nativa da área de preser...
Concurso recebe inscrições para 83 vagas técnico-administrativas
Seguem abertas as inscrições para o concurso que oferece 83 vagas para técnico-administrativos em Educação na UFMS (Universidade Federal de Mato Gros...
Vice-governadora visita projeto em que detentos reformam escolas
O projeto "Pintando e Revitalizando a Educação com Liberdade", desenvolvido pelo Poder Judiciário estadual, foi conhecido e elogiado na sexta-feira (...


A vantagem é que no caso dos dois atiradores mortos, não será necessário julgar quem é culpado ou inocente, eles mesmos se condenaram à morte.
Daí a pergunta, por qual motivo mesmo? Infelizmente suas famílias que estão sofrendo sem poder entender o que de fato ocorreu, morte fútil e desnecessária independente de quem provocou quem.
 
Guto em 18/12/2015 10:19:25
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions