Veículos pesados devem buscar desvios durante reestruturação da “ponte gangorra"
Obra na travessia da MS-345 sobre o Rio Miranda vai limitar tráfego a partir de segunda-feira
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O Governo de Mato Grosso do Sul iniciou a obra de recuperação estrutural da ponte em concreto sobre o Rio Miranda, localizada na rodovia estadual MS-345, conhecida como Estrada do 21, no distrito de Águas do Miranda, na divisa entre os municípios de Anastácio e Bonito. A intervenção é executada pela Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) e soma investimento de R$ 3.309.408,68.
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Os serviços incluem o recondicionamento de pontos estratégicos da estrutura, reforço estrutural e adequações técnicas para restabelecer a estabilidade da ponte, que ficou conhecida como “ponte gangorra” devido ao balanço durante a travessia de veículos. Conforme o edital, a recuperação é completa e abrange a reestruturação dos elementos comprometidos, com o objetivo de adequar a travessia ao volume e ao peso do tráfego atual.
Durante a execução da obra, o tráfego opera em sistema de “pare e siga”, em meia pista. A partir de 2 de março, a circulação ficará restrita a veículos leves, caminhonetes, micro-ônibus, ônibus e caminhões de até 10 toneladas, com passagem de um veículo por vez.
De acordo com informações da Polícia Militar Rodoviária, veículos de carga com peso acima de 10 toneladas deverão obrigatoriamente buscar rotas alternativas. A orientação é priorizar deslocamentos pelas rodovias MS-382 e BR-262, ou ainda pela MS-178, em Bodoquena, seguindo posteriormente pela MS-339 para acesso ao município de Miranda, conforme o destino pretendido.
A Agesul também providencia a instalação de placas e faixas de sinalização em rotatórias e pontos próximos à ponte, alertando motoristas sobre as restrições temporárias. A recomendação é que os condutores programem a viagem com antecedência, respeitem a sinalização implantada no trecho e redobrem a atenção durante a travessia.
Durante etapas específicas da obra, como a concretagem de elementos estruturais estratégicos, poderão ocorrer interdições temporárias do tráfego. Cada bloqueio poderá durar cerca de 12 horas e será comunicado previamente pelos canais oficiais do Governo do Estado e em emissoras de rádio da região, além de faixas informativas instaladas ao longo do trajeto.

