A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

30/08/2011 12:10

Trad diz que vive trégua em batalha para Assetur investir R$ 40 milhões

Aline dos Santos

“Pode surgir uma luz”, diz o representante das empresas

Trad chegou a rasgar a proposta enviada por empresários. (Foto: Simão Nogueira)Trad chegou a rasgar a proposta enviada por empresários. (Foto: Simão Nogueira)

O prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB), afirmou hoje, durante entrega de 25 ônibus, que vive um momento de trégua com a Assetur (Associação das Empresas do Transporte Coletivo). “Há uma trégua, uma busca de solução”, diz o prefeito.

Prefeitura e empresas estão em pé de guerra devido à exigência que a Assetur invista R$ 40 milhões para que Campo Grande receba recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) de Mobilidade Urbana.

O fim do contrato de concessão foi anunciado pela prefeitura e Trad chegou a rasgar a proposta enviada pelos empresários, que pediam aumento no valor da tarifa e ampliação do prazo de concessão.

O diálogo foi retomado quando a Assetur recuou do pedido de aumento do passe de ônibus, que hoje custa R$ 2,70. “Não vai ter aumento da tarifa. Isso já foi descartado”, reafirmou.

Quanto à ampliação do prazo de concessão, que termina em 2014, o prefeito não confirma nem nega. “Isso já seria um desdobramento. A decisão sai depois de 7 de setembro”, afirma.

Presidente da Assetur, João Rezende, demonstra acreditar num acordo com o poder público. “Estamos em permanente contato. E a exigência de não aumentar a tarifa não é nenhum impeditivo. Estamos dispostos a permanecer”, afirma.

Segundo ele, as empresas têm crédito e podem recorrer a um financiamento bancário. “Pode surgir uma luz ai”, declara, demonstrando confiança de que o contrato não será rompido.

Amigável - Já o diretor-presidente da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Rudel Trindade, prevê que o desfecho será uma dissolução amigável do contrato.

Neste cenário, a prefeitura não precisaria pagar indenização pelo rompimento. Outra alternativa é a prefeitura alegar que houve descumprimento de cláusula contratual.

Segundo Rudel, mesmo se o rompimento foi unilateral, as empresas poderão participar do processo para exploração do serviço de transporte coletivo. "Basta comprovar a capacidade jurídica, financeira e operacional", explica.

Dos 280 milhões pleiteados pela prefeitura de Campo Grande no PAC, R$ 20 milhões serão destinados à construção de cinco terminais; R$ 7,5 milhões para reforma de sete unidades; R$ 160 milhões para construção de 68,4 quilômetros de corredores de transporte coletivo.

Além de R$ 9,7 milhões para implantar 56 quilômetros de ciclovias; R$ 4,5 milhões para modernização do sistema de controle eletrônico; R$ 67,3 milhões para intervenções viárias e R$ 9,5 milhões para estações de pré-embarque.

Assetur recua e garante que não haverá novo reajuste de tarifa, diz prefeito
O prefeito Nelsinho Trad (PMDB) garantiu hoje que a Assetur (Associação de Empresas de Transporte Urbano) recuou e vai oficializar em documento a des...
Nelsinho diz que rasgou proposta de novo reajuste da tarifa de ônibus
O prefeito Nelsinho Trad (PMDB) diz que “rasgou” proposta apresentada ontem pela Assetur para reajuste da tarifa do transporte coletivo em Campo Gran...
Terminal rodoviário de Campo Grande oferece cartões de Natal gratuitos
A rodoviária de Campo Grande, mais um ano, oferece gratuitamente cartões de Natal gratuitamente para os passageiros que passarem pelo local até o pró...


Pois é como disse o amigo Adalberto, isso ninguém lembra que o quadro de funcionários nas empresas diminuiu em virtude da retirada dos cobradores, e por que falta condições de investimento?
Isso ao meu ver é pura ganancia e vontade de ganhar mais sem ter custos ou investimentos, e o poder público é conivente com isso.
A denuncia de superfaturamento na tarifa feita ano passado pelo Vereador Edil Albuquerque nunca foi adiante no ministério público, isso também nem se fala mais.
 
Oswaldo Benites em 31/08/2011 08:21:22
Quanto ao aumento dos preços da tarifa , o Sr. Prefeito esta certo em faze-lo, mas quanto a QUANTIDADE DE ONIBUS DE ONIBUS (25) é a pura ENGANAÇÃO, pois esses (25) onibus é SUBSTITUIÇÃO DE FROTA, e não AUMENTO DE FROTA COMO SE DIZ E A POPULAÇÃO PENSA, FIQUEM ATENTO.
 
Antonio Carlos da Silva em 31/08/2011 05:24:34
já que as empresas de transportes urbanos.tiraram os cobradores,a planilha de custo,ficou mais baixa.então não precisa aumentar o preço da tarifa.
 
adalberto dutra alves em 30/08/2011 07:36:45
Prefeito pulso firme! Continue assim, Nelsinho, não deixe a cidade padecer pelos interesses desses especuladores. Mobilidade urbana em Campo Grande já!
 
Larissa Maciel em 30/08/2011 06:04:38
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions