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Campo Grande, Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017

15/08/2017 07:13

Usuário sequestra funcionário e vai comprar droga no Jardim Noroeste

Suspeito entrou em uma boca de fumo, comprou droga e voltou para o veículo da vítima; Funcionários foram ameaçados de morte

Yarima Mecchi e Guilherme Henri
Polícia Militar foi ao local. (Foto: André Bittar)Polícia Militar foi ao local. (Foto: André Bittar)

O funcionário de uma farmácia, de 22 anos, que fica na Avenida Afonso Pena, esquina com a Rua 25 de Dezembro, foi sequestrado durante o serviço e abandonado no bairro Jardim Noroeste - região norte de Campo Grande - por volta das 5h30 desta terça-feira (15). De acordo com a PM (Polícia Militar), a vítima retornou ao trabalho uma hora depois.

Conforme a Polícia Militar, o suspeito de ter cometido o crime é conhecido pelos funcionários do local por ser usuário de drogas e pedir dinheiro na região. De acordo com a vítima, na semana passada o suspeito foi ao estabelecimento pedir dinheiro afirmando que estava devendo uma facção criminosa e seria morto caso não pagasse. "Demos R$ 60 para ele", afirmou a vítima que não quis se identificar.

Nesta madrugada, segundo a vítima, o suspeito, que aparenta ter 35 anos, teria entrado no estabelecimento e pedido mais dinheiro, mas como não conseguiu voltou ao local com uma arma e anunciou o assalto.

"Ele pegou R$ 150 do caixa e disse que eu ia com ele. A outra funcionária tentou intervir, mas ele gritou com ela. Entramos no meu carro, ele foi no banco de trás, me ameaçou de morte e ficava batendo o cano da arma na minha cabeça", relatou a vítima emocionada.

Carro usado por sequestrador. (Foto: André Bittar)Carro usado por sequestrador. (Foto: André Bittar)

O funcionário relatou a PM que foi com o suspeito, em seu carro, até o Jardim Noroeste. Chegando no bairro, o usuário entrou em uma boca de fumo, comprou droga e voltou para o veículo, conforme relatos da vítima.

"Ele usou drogas e ficamos andando de carro pelo bairro. Quando saiu, ele disse: olha bem o que você vai fazer agora porque uma vida vale mais que R$ 50. Lá na farmácia tem você, um mocinho e uma grávida. Posso matar todo mundo", contou a vítima, abalada.

Segundo a PM, a vítima se recusou a registrar o Boletim de Ocorrência e ir até a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro.




Esse tipo de vítima tem o perfil apropriado para alegrar a bandidagem.
 
Áttila Teixeira Gomes em 15/08/2017 09:53:10
É nisso que dá ter dó de vagabundo. Se nunca tivessem dado dinheiro pra esse marginal isso não teria acontecido. E daí se ele está devendo pra boca de fumo? é problema dele, que se vire, que se ferre, que leve um tiro dos traficantes, que é bem isso que ele merece... Agora vão ficar todos com medo dele? Absurdo isso...
 
Mariana Carvalho em 15/08/2017 08:10:38
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