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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

18/01/2013 11:27

Vendaval desta quinta chegou a 90 km/h em regiões da Capital

Luciana Brazil
Árvore atingiu muro da escola Joaquim Murtinho. (Foto:Rodrigo Pazinato)Árvore atingiu muro da escola Joaquim Murtinho. (Foto:Rodrigo Pazinato)
Árvore caida na Afonso Pena depois de vendaval. (Foto: Rodrigo Pazinato) Árvore caida na Afonso Pena depois de vendaval. (Foto: Rodrigo Pazinato)

O vento forte que atingiu Campo Grande na tarde de ontem (17) chegou a 91,8 km/h em alguns pontos da cidade, de acordo com o meteorologista Natálio Abrahão Filho. As regiões leste e sudeste foram as mais atingidas pelo vendaval. Segundo Natálio, os bairros localizados na saída para Três Lagoas, a rua Joaquim Murtinho e o bairro Coopharádio foram alguns dos pontos afetados. Na área central e saída para Sidrolândia o vento foi de 61 km/h.

Ainda foram registrados 21 milímetros de precipitação. O acumulado de chuva para o mês é de 176 milímetros. De acordo com o meteorologista, para janeiro o esperado é de 210 milímetros. “Não temos como prever como vai terminar o mês, mas por enquanto está dentro do esperado”.

A ventania assustou moradores e derrubou mais de 20 árvores na cidade, segundo o Corpo de Bombeiros. Quedas foram registradas em frente à escola Joaquim Murtinho, na rua José Antonio, na Vila Jacy e no bairro Bosque da Esperança, na avenida Afosno Pena, entre outros locais.

Uma das árvores teve parte dos galhos arrancados e quase acertou a casa do músico João Figa, morador do bairro Cidade Jardim. Na manhã de hoje (18), a rua ainda estava interditada parcialmente e cavaletes da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) sinalizavam os cuidados que o condutor deve ter ao passar pelo local.

“Eu só vi o que tinha acontecido quando cheguei em casa. Mas eu tenho ainda mais medo da árvore que fica em frente a minha casa porque ela está ainda mais seca do que a outra e constantemente caem galhos grandes”.

Na casa do músico João a árvore ainda estava na rua na manhã de hoje. (Foto:Luciano Muta) Na casa do músico João a árvore ainda estava na rua na manhã de hoje. (Foto:Luciano Muta)

João lembra que já orientou os amigos para que não estacionem os carros embaixo da árvore, que segundo ele, pode cair a qualquer momento. “Se cair em cima de algum carro vai estragar, com certeza. Já tentei autorização para tirar a árvore, mas não consegui”, lamenta.

De acordo com a prefeitura, a Semadur (Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) precisa autorizar a retirada da árvore depois da avaliação feita por um fiscal que emite um laudo autorizando a remoção.

O Corpo de Bombeiros é responsável por retirar a árvore, mas somente nos casos de queda, e se a árvore estiver dentro da residência. Quando a árvore está fora da casa, a própria Semadur faz a retirada.

Conforme funcionários, a empresa terceirizada pela Semadur não presta mais serviços desde a mudança de administração. A Seintrha (Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação) tem feito os trabalhos de remoção das árvores.



Já reparara o por que das árvores da Afonso Pena caírem?
prestem atenção na calçada em volta da árvore.
Cade a Semadur pra fiscalizar o concreto na raíz?
 
Oswaldo Ferreira em 18/01/2013 16:53:41
Isso porque os meteorologistas estão se esquecendo de combinar suas previsões com Deus. Pela manhã, para aqueles que assistiram reportagens locais, não havia, segundo o repórter que teve como fonte o sistema de meteorologia na Uniderp, previsão de chuvas para o dia de ontem. Resumo: árvores caídas, 21 mm de chuva e estragos pela cidade. Parece que os profissionais da meteorologia só conseguem prever chuva quando caem as primeiras gostas em seus binóculos. Tá faltando coordenação com Deus!!!! DE OLHO NO MS.
 
Carlos Silva em 18/01/2013 12:29:38
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