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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

01/11/2014 13:10

Vizinhos se revoltam com marido que agredia mulher e filhos na Capital

Aliny Mary Dias
Casa onde família vive e é cenário frequente de agressões (Foto: Aliny Mary Dias)Casa onde família vive e é cenário frequente de agressões (Foto: Aliny Mary Dias)
Vizinhos se revoltam com violência e temem o pior (Foto: Aliny Mary Dias)Vizinhos se revoltam com violência e temem o pior (Foto: Aliny Mary Dias)

Há seis meses, moradores da Rua Matanavis, no bairro Moreninhas 2, convivem com o medo e a insegurança. O motivo das frequentes confusões que só terminam após a chegada de equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros é a violência de um morador que é denunciado pelos vizinhos por agredir a mulher e os três filhos.

Na manhã deste sábado (1º), gritos de socorro vindos da mulher de 40 anos, que vive com o marido, de aproximadamente 30 anos, dois filhos de 16, 15 e uma menina de 10 anos, chamaram mais uma vez a atenção dos vizinhos.

Elias Lopes, 43 anos, vive há 30 anos em frente da casa dos novos vizinhos e ouviu os gritos de socorro. “Nós ouvimos e já chamamos a polícia, todos os vizinhos se reuniram e fecharam a rua para ele não fugir”, explica.

Outra vizinha que se revoltou com a agressão é Tereza de Moura, de 60 anos, ela explica que alguns vizinhos chegaram a esvaziar o pneu do carro do homem, que estava estacionado na rua, para evitar a fuga. “Ele é muito violento, toda vez ouvimos ela e as crianças chorarem, chamamos a polícia, mas eles têm medo de acontecer o pior”, diz.

O temor dos vizinhos também se estende a outras pessoas da rua. Eles contam que o homem, quando está nervoso e agressivo, acelera o carro e segue em alta velocidade pelo bairro, colocando em risco a vida de pessoas que passam pelo local.

“Nós temos medo de ele matar ela e os filhos, não queremos que aconteça o pior”, desabafa Elias.

Depois das chamadas dos vizinhos, uma equipe da Polícia Militar foi até a casa e levou o homem e a mulher para a delegacia. Eles serão ouvidos na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) da Vila Piratininga.



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