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Campo Grande, Quinta-feira, 20 de Setembro de 2018

12/11/2013 08:26

Chuva forte alaga via e acadêmicos passam sufoco na Ernesto Geisel

Graziela Rezende
Bueiro transbordou na avenida Ernesto Geisel.Bueiro transbordou na avenida Ernesto Geisel.

O temporal, na noite de ontem (11), pegou de surpresa acadêmicos que retornavam das aulas na UCDB (Universidade Católica Dom Bosco) e motoristas que passavam pela avenida Tamandaré e ruas próximas. Na ocasião, ao menos três veículos ficaram “atolados” em buracos e muitos procuraram locais próximos para se abrigar da chuva.

“A altura da água ultrapassava a minha porta e a sensação era de que o carro iria fundir a qualquer momento. E pensei que pegando as ruas laterais estaria mais tranquilo, porém a força da água está impressionante”, disse o acadêmico de Educação Física, Gabriel Almeida, 24 anos, após parar em um posto de combustíveis no bairro São João Bosco.

No local, que fica no cruzamento da avenida Ernesto Geisel com a rua Canaã, o frentista se assustou com a movimentação. Por volta das 22h20, um bueiro estourou e a água invadiu a rua. Poucos “corajosos” tentaram ultrapassar.

“Ninguém passa nessa cachoeira não. Hoje, ao invés de abastecer os carros, to socorrendo esses universitários. Aliás, acabei de ir lá retirar o carro de uma jovem de um buraco”, comentou ao Campo Grande News o frentista.

Dona de um veículo Gol, a estudante de Direito, Rafaela Fonseca, 27, ficou com medo de voltar para casa e decidiu esperar o fim da forte chuva. “Nunca tinha visto coisa igual, não enxergava nada, me senti no meio de uma cachoeira e nem sei como cheguei aqui. Vou conferir a previsão do tempo e, da próxima vez, nem saio de casa”, brincou a estudante.

Vento forte – A chuva ainda estava acompanhada de uma ventania que derrubou árvores, alagou e destelhou casas em vários pontos da cidade. Segundo informações do Centro de Meteorologia da Base Aérea, choveu 53,8 milímetros e os ventos atingiram 50 km/h na região do aeroporto. Alguns pontos da cidade também ficaram sem energia elétrica.

 

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# CARA, SILVANIA MARIA.

VEJO Q NÃO ENTENDE NADA NEM DE ADMINISTRAÇÃO PUBLICA , MUITO MENOS AINDA DE ENGENHARIA CIVIL PARA PODER JULGAR E CULPAR ALGUÉM.
O GRANDE PROBLEMA DE QUALQUER OBRA DO SETOR PUBLICO SÃO OS JOGOS DE INTERESSE POLITICO QUE ESTÃO PRESENTES EM TODO E QUALQUER ATIVIDADE QUE ENVOLVA O DINHEIRO PUBLICO.
DO QUE VAI ADIANTAR UM RENOMADO ENGENHEIRO APRESENTAR UM SOLUÇÃO PRA ESSE PROBLEMA , COM UM PROJETO QUE REALMENTE RESOLVA O PROBLEMA COM EXECUÇÃO CRITERIOSA E MATERIAIS DE BOA QUALIDADE, SENDO QUE NO FRITAR DOS OVOS QUEM EXECUTA AS OBRAS NÃO OBEDECEM NEM 20% DAS RECOMENDAÇÕES DE UM PROJETO .
LEMBRANDO QUE SE O PROBLEMA FOR TOTALMENTE SANADO DE UMA VEZ ANO QUE VEM NÃO TEM OBRAS SUPERFATURAS PARA ENCHER OS BOLSOS SOS SEUS ELEITOS POLITICOS... NÉH !!!
 
DONATO FRANCO em 12/11/2013 16:57:00
Não é culpa dos Engenheiros, pelo menos totalmente, mas as obras são feitas com meios mais baratos, com materiais de menor qualidade e sem a estrutura adequada. Por causa disso, o calcanhar de Aquiles de nossa Capital, será eternamente as chuvas fortes.
 
Valter Oliveira em 12/11/2013 10:00:22
mais uma vez a realidade mostra do que esses "engenheiros" de Campo Grande não fazem nada correto, estudaram pra quê?, ah, só para altos salários, enquanto isso é alagamento pela cidade toda.
 
silvana maria em 12/11/2013 09:41:32
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