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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

30/11/2012 21:27

Cidades com até 20 mil habitantes têm três anos para apresentar plano

Gabriel Neris e Paula Vitorino
Seminário reuniu autoridades da Capital e do Ministério das Cidades na Uniderp (Foto: Simão NogueiraSeminário reuniu autoridades da Capital e do Ministério das Cidades na Uniderp (Foto: Simão Nogueira

Municípios com até 20 mil habitantes terão três anos para se adequar e apresentar o plano de mobilidade urbana. A novidade, antes restrita para cidades com mais de 500 mil habitantes, foi anunciada na manhã desta sexta-feira (30) durante o IV Seminário Cidades Brasileiras: Desejos e Possibilidades, realizado em Campo Grande.

O evento discute as perspectivas das cidades brasileiras no século XXI, os desafios do planejamento urbano, os instrumentos, estratégias e experiências de desenvolvimento e de gestão.

De acordo com Martha Martorelli, pós-graduada em Gestão Pública e analista de infraestrutura na área de Transportes e Mobilidade Urbana, na Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana (Semob), do Ministério das Cidades, a principal mudança com essa política de mobilização obrigará que os pequenos municípios também saibam crescer com planejamento. Ela explica que serão três anos para os municípios acima de 20 mil habitantes se adequarem e entrar no plano.

A previsão do Governo Federal é que a partir do ano que vem comece a captação dos municípios, oferecido pelo Ministério das Cidades. Seminários e cursos devem ser realizados com representantes municipais em Brasília (DF).

Martha comentou também a decisão da FIFA (Federação Internacional de Futebol Associado) de excluir Campo Grande como sede da próxima Copa do Mundo. “A escolha para o Mundial foi muito específica. Não teve relação com o projeto que cada cidade apresentou para a mobilidade urbana”. A palestrante lamentou que a Capital sul-mato-grossense tenha ficado de fora da lista. Ela disse que viu o projeto e achou interessante.

A representante do Ministério das Cidades comentou ainda que serão priorizadas obras que contemplem o transporte coletivo, inserido no programa Pró-Transporte, e também obras pontuais. “O recurso é federal e será para obras que gerem continuidade”.

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