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Campo Grande, Sábado, 20 de Janeiro de 2018

05/08/2012 20:10

Cinco estados concentram mortes por gripe suína; MS é o 2º no Centro Oeste

Fernando César Oliveira, da Agência Brasil

De acordo com o Ministério da Saúde, Mato Grosso do Sul está na segunda colocação entre os estados da região Centro-Oeste, com cinco mortes

Das 254 mortes de pacientes decorrentes do vírus Influenza H1N1 registradas este ano pelo Ministério da Saúde, 223 ocorreram em cinco estados do centro-sul do país – os três da Região Sul, além de São Paulo e Minas Gerais. O número equivale a 87,8% do total de óbitos registrados no país em 2012.

O estado com a maior quantidade de ocorrências é Santa Catarina (72 mortes), seguido por São Paulo (53), Rio Grande do Sul (49), Paraná (33) e Minas Gerais (16). Os dados, do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), estão atualizados até o último dia 29 de julho.

O total de mortes ocorridas em 2012 corresponde, até o momento, a 12,3% do total verificado em 2009, quando 2.060 pessoas morreram no Brasil. Naquele ano, os mesmos cinco estados concentraram 74% dos óbitos. O fim da pandemia da doença foi decretado em agosto de 2010 pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

De acordo com o Ministério da Saúde, Mato Grosso do Sul está na segunda colocação entre os estados da região Centro-Oeste, com cinco mortes. A primeira colocação é de Goiás com sete mortes. Mato Grosso tem quatro, enquanto no Distrito Federal apenas uma morte foi registrada.

Entretanto, segundo a SES (Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul), sete pessoas morreram este ano com o diagnóstico de H1N1, o que colocaria Mato Grosso do Sul na liderança da região Centro-Oeste ao lado de Goiás.

O ministério alerta que o antiviral oseltamivir, conhecido pelo nome comercial Tamiflu, é mais eficaz nas primeiras 48 horas do surgimento dos sintomas. O medicamento reduz as chances de evolução da doença para um quadro grave.

Os médicos brasileiros estão orientados a receitar o oseltamivir a todos os pacientes com síndrome gripal residentes nos estados onde há maior circulação do vírus, mesmo antes de resultados de exames ou sinais de agravamento. A síndrome gripal é caracterizada pelo surgimento simultâneo de febre e tosse ou dor de garganta, além de dor de cabeça, nos músculos ou nas articulações.

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