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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

14/01/2009 13:00

CNJ lança campanha para acelerar ressocialização

Redação

Em uma ação para acelerar a ressocialização das pessoas que cumpriram pena, o CNJ (Conselho Nacinal de Justiça) e o STF (Supremo Tribunal Federal) lançaram a campanha Começar de Novo. Dentro do conjunto de ações estão: a qualificação profissional dos internos, ao lado do oferecimento de emprego; o incentivo às empresas para oferecerem postos de trabalho para quem já cumpriu sua pena e ainda convênios para de capacitação.

Dados do Conselho da Comunidade de Campo Grande mostram que oferecer trabalho aos internos é uma das principais armas na busca pela reinserção social. Dos que passam por algum programa de ressocialização, menos de 5% de voltam a cometer algum tipo de delito. Por outro lado, a reincidência de quem não está inserido em algum programa chega a 85%.

Segundo o presidente do Conselho na Capital, Nereu Rios Porém, a oferta de emprego ainda é escassa, devido o grande preconceito em relação à pessoa que acaba de sair da prisão. Para ele é necessário mudar a visão da sociedade para que ela participe no processo de ressocialização, principalmente dando oportunidade de trabalho.

Rios destaca que o oferecimento de serviço para esse público traz benefícios para todas as partes. "O empregador diminui os custos com os encargos trabalhistas, reduzindo seus gastos pela metade; o detento garante seu sustento financeiro e remição na pena, e a sociedade tem mais segurança, já que é um a menos na delinqüência", pondera.

As opções - No Estabelecimento Penal de Cassilândia são produzidos mais de 13,2 mil pães por semana, uma média de dois mil por dia, que são distribuídos a entidades sociais, creches, escolas, trabalhadores da limpeza pública e famílias carentes do Município, entre outros. Seis internos trabalham na produção dos pães. O trabalho na padaria garante aos internos uma renda mensal de R$ 311,25 e ainda remição de pena.

Há dois anos está instalada uma confecção no Estabelecimento Penal Feminino Irmã Irma Zorzi, em Campo Grande. A iniciativa recebeu o nome de "Vestindo a Liberdade". No local, as internas aprendem a costurar e fazer acabamento em peças; o treinamento dura 30 dias e de lá pra cá várias detentas foram qualificadas.

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