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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

20/09/2013 14:49

Cresce adesão à greve dos bancários e até PM é acionada na Capital

Edivaldo Bitencourt e Lidiane Kober
Agência do BB teve tumulto na manhã de hoje por causa da greve (Foto: Simão Nogueira)Agência do BB teve tumulto na manhã de hoje por causa da greve (Foto: Simão Nogueira)

O segundo dia da greve dos bancários cresceu em Campo Grande, segundo estimativa do sindicato. Nesta sexta-feira, 66 agências fecharam as portas. Na manhã de hoje, houve até conflito entre os grevistas e uma cliente, que acabou acionando a polícia.

Conforme a secretária geral do Sindicato dos Bancários de Campo Grande e Região, Iaci Azamor Torres, o número de agências fechadas aumentou de 44, ontem, para 66 na Capital e mais quatro em Anastácio, Aquidauana e Jardim.

A paralisação teve o seu primeiro conflito hoje de manhã. Uma cliente brigou com os grevistas e chamou a Polícia Militar na agência do Banco do Brasil da Avenida Afonso Pena, esquina com a Rua 13 de Maio. "Orientamos ela a procurar outra agência para garantir processamento de depósito e a cliente se sentiu constrangida", relatou a bancária.

Iaci disse que a entidade incentiva o cliente prejudicado pela greve a acionar a Polícia. “É um direito do consumidor ser atendido”, afirmou. Dos 2,4 mil bancários da Capital, 1,3 mil aderiram à greve. A paralisação fechou todas as agências da Caixa Econômica Federal, a mais afetada pela mobilização.

Por enquanto, de acordo com a sindicalista, ninguém da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) procurou a categoria para negociar o fim da greve. "No fim da semana que vem, a situação se agravará, porque é final de mês, período de pagamento de aposentados e de contas e o dinheiro pode acabar nos caixas", alertou.

De acordo com Iaci, o principal objetivo da mobilização é acabar com as demissões. "Só no ano passado, foram 16 mil pontos de trabalho a menos no país", disse. Segundo ela, virou moda demitir funcionários de carreira para contratar gente nova por um terço do salário.

"Queremos menos demissões e mais contratações por melhores condições de trabalho", afirmou. "Chega de o cliente chegar nas agências e ver dois ou até um caixa funcionando, enquanto os bancos registram crescimento anual de 25", finalizou.

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Todo ano e essa palhaçada dos bancários.Ta na hora do ministério publico fazer alguma coisa o povo ta cansado dessa palhaçada.Quem perde e só o povo.não apoio esse greve.
 
julio m borges em 21/09/2013 07:58:03
Imagina se banqueiro vai fazer um acordo, onde ele vai garantir estabilidade do bancario,
ou deixar de demitir. Vamos ser mais realistas D. Iaci Azamor.
Voces vão ficar aí parados, vão causar um tremendo transtorno para as pessoas e no final
vão ganhar mais um aumentozinho de 1 a 2%, o que diga-se já é excelente, considerando-se
que os banqueiros já ofereceram 6,10%.
Voces nem precisariam fazer greve, mas fazem, para provar para sua categoria que o Sindicato tem alguma representatividade.
Acabar com demissões voces nunca vão acabar.
E não esperem que algum banqueiro vai sentar para negociar com voce estes termos.
 
Reinaldo Sandim em 21/09/2013 04:17:10
O bancário não tem que ter ou esperar apoio da população, muito pelo contrario, ele trabalha a favor dos bancos e não do correntista, que é quem põe o dinheiro ali ou que paga os juros absuros dos bancos.
 
Samuel Aguiar em 20/09/2013 17:08:55
Os bancários são celetistas, e não estatutários. Podem ser demitidos a qualquer momento, pois não gozam do benefício da estabilidade.
 
ANDRESSA DE MORAES em 20/09/2013 16:21:52
O engraçado é que as paralizações são maiores em bancos públicos, onde o grevistas não podem ser demitidos, pois são concursados. Enquanto isso, o povo que paga os salários desses ai, fica de mãos abanando, achando que esses ai, tem razão para greve. Acorda Brasileiro!
 
Luis Antonio Pereira em 20/09/2013 15:40:00
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