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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

24/04/2008 16:27

Déficit de policiais também afeta corporações federais

Redação

A falta de efetivo nas forças policiais em Mato Grosso do Sul quantificada esta semana em reportagem do Campo Grande News não é um mal exclusivo das corporações mantidas pelo Governo do Estado, Polícia Militar e Polícia Civil. Nas duas polícias mantidas pela União, a PRF (Polícia Rodoviária Federal) e a PF (Polícia Federal), o déficit de integrantes também impressiona. 

Na PRF, que cuida do policiamento das rodovias federais, são 430 homens, contra uma necessidade projetada de 800. Isso quer dizer que há 46% agentes a menos do que a previsão. O quadro fica pior ainda se comparado ao efetivo considerado o ideal para reforçar o policiamento na fronteira, segundo informou à reportagem o superintendente da PRF no Estado, Walter Favaro.

De acordo com ele, seriam necessários pelo menos 1,2 mil policiais para um trabalho mais eficaz na região fronteiriça, para combater o tráfico de drogas e o contrabando, crimes que trazem consigo um rastro de violência.

O superintendente participou hoje em Brasília de audiência na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados, que discutiu justamente a estrutura das corporações para enfrentar o crime organizado na região de fronteira.

Conforme os dados apresentados pelo diretor-geral interino da PRF, José Altair Gomes Benites, quando se contam folgas, férias e escalas, a instituição dispõe de cerca de 1.500 policiais por dia em todo o País para fiscalizar 63 mil quilômetros de rodovias em todo o País.O presidente do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais em MS, Marcos Khadur, aponta que,  nesse quadro de efetivo insuficiente, a corporação se depara ainda com um outro problema: o aumento de casos de acidentes automobilísticos nas estradas, que acaba consumindo mais tempo e pessoal da corporação.

A conta imediata é que o trabalho de combate ao crime acaba sendo atrapalhado. Entre os policiais, conforme Khadur, o fato de serem poucos para o trabalho reduz as folgas, amplia o estresse, os casos de problema de saúde e até de desestruturação familiar.

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