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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

31/07/2013 15:39

Desembargador ignora protesto de pais e manda fechar creche do TJMS

Elverson Cardozo e Edivaldo Bitencourt
Pais, alunos e funcionários do CREI se encontraram hoje para a ação coletiva. (Foto: Divulgação)Pais, alunos e funcionários do CREI se encontraram hoje para a ação coletiva. (Foto: Divulgação)

Apesar da mobilização dos pais, alunos e funcionários do CREI (Centro de Recreação Infantil Desembargador Milton Malulei), em Campo Grande, que atende 68 crianças de servidores do TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), a creche será fechada a partir de amanhã. Na tarde de hoje, o vice-presidente do órgão, desembargador João Batista da Costa Marques, suspendeu a liminar que impedia o fechamento da unidade a partir de amanhã. 

Hoje, por volta das 12h, horário de entrada dos alunos, houve um abraço coletivo em frente à entidade. Eles protestaram contra o fechamento do local, antes do prazo previsto, dezembro de 2013, por força de decisão judicial, e reclamam que, se o encerramento for agora, meninas e meninos atendidos na instituição ficarão desassistidas, porque não há vagas em creches da rede pública ou privada.

A liminar foi concedida, na tarde de hoje, pelo vice-presidente do Tribunal de Justiça. Ele determinou a suspensão da liminar concedida pelo juiz da Vara de Direitos Difusos, Individuais Coletivos e Homogêneo, Amaury da Silva Kuklinski, que impedia o fechamento da creche nesta quarta-feira. 

A grande maioria, senão todos, não quer que as atividades no CREI sejam encerradas, mas, na pior das hipóteses, pedem que o prazo inicial seja cumprido. Só assim, dizem, terão tempo hábil para se organizarem e a oportunidade de encontrarem um novo local para os filhos, no ano que vem.

Lotado no TJ, um funcionário que preferiu não se identificar, contou que tem dois filhos na instituição, um de 2 e o outro de 4 anos. Ele acredita que a medida tomada prejudicou todos os pais, que, nas palavras dele, ficaram sem saída.

Desde que soube da decisão, ele foi a pelo menos 4 creches públicas, mas não encontrou vaga em nenhuma. Nas particulares, fora a impossibilidade de matrícula no meio do ano, enfrenta outro problema: o preço, que varia de R$ 500,00 a R$ 700,00 e o horário máximo de encerramento das atividades.

A maioria fecha às 16h, no máximo às 17h e, caso a criança permaneça no local, além dos 15 minutos permitidos, os responsáveis devem pagar pela hora extra, que pode chegar, em alguns casos, ao valor de uma diária.

Daniele Prado, de 36 anos, lotada no Fórum, tem a mesma reclamação. A servidora pública tem uma filha de 2 anos e 10 meses no centro de recreação e não sabe o que vai fazer caso a instituição feche as portas. “Estamos com dificuldades até de encontrar vagas nas escolas parceiras”, contou, ao dizer que, ainda assim, quando encontra, o horário de dispensa é por volta das 17h e ela, como a maioria dos pais, sai às 18h. “Eles cobram para ficar a mais com a criança e o valor é exorbitante. O aumento é em torno de R$ 200”, contou.

Fernanda Martins, de 33 anos, que trabalha na 16ª Vara Cívil, e tem um filho de 2 anos, desde os 8 meses no local, também protesta. Para ela, a questão maior é a história da creche. “São 20 anos”, enfatizou.

Outro ponto que merece destaque e que, na avaliação da servidora ainda não está bem esclarecido, é o motivo do fechamento. A presidente da APM (Associação de Pais e Mestres), Deise Laura da Silva Souza, 33 anos, também toca nesse assunto.

O desembargador, afirmou, diz que não pode manter o CREI porque já fornece o auxílio educação - R$ 300 por criança (no máximo duas) – a todos os servidores. Outra alegação que, segundo ela não faz sentido, é alegar cumprimento à orientação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), que recomenda que os tribunais devam priorizar as áreas de fins do Poder Judiciário.

Escola de magistratura não é área fim, gabinete de médico e sala de idosos, igual a que está sendo construída em Dourados, também não”, argumenta.Na avaliação de Deise, a determinação é uma perda não só para os servidores, mas para o tribunal. “Com a creche aberta, há uma tranquilidade para os pais.

O rendimento, no serviço, é maior, mas eles não vêem isso”, pontuou. A presidente da APM informou, ainda, que pretende organizar novas manifestações pacíficas; outros abraços coletivos, caso seja necessário. Todos os pais ouvidos pela reportagem disseram que, se os protestos ocorrerem, vão participar.

Soraya Vânia de Carvalho Papi, de 42 anos, é uma das mães que declara apoio à luta. Mãe de duas meninas, uma de 1 ano e 2 meses e a outra de 3 anos, ela deixou o Fórum de Paranaíba justamente pela vantagem da creche – mais equipada, segundo ela – em Campo Grande.

Fernanda Martins questiona o motivo da decisão que determina o fechamento do Centro (Foto: Pedro Peralta)Fernanda Martins questiona o motivo da decisão que determina o fechamento do Centro (Foto: Pedro Peralta)

“Aonde eu vou trabalhar não importa. O que importa é aonde meus filhos vão estar. Eu procurei creches, mas não há vagas e tem que ser perto de casa, no Pedrossian”. Além de deixar as meninas no Centro de Recreação, Soraya também trabalha na creche.

“Eu venho com elas, entrego na sala e vou trabalhar. Se não tiver mais, que vai buscá-las? E se alguém for buscar, vão ficar com quem? Isso aqui é uma comodidade, uma tranquilidade para as mães. Não deveriam fechar creches nem hospitais. São coisas que se abrem e não fecham”, declarou.

Histórico – Inaugurado há 20 anos, em 1993, o Centro de Recreação Infantil Desembargador Milton Malulei atende, atualmente, 68 crianças que possuem idade entre seis meses e cinco anos e 11 meses. As crianças ficam no local, enquanto os pais trabalham, das 12h às 19h.

Sem alternativa - A outra instituição que fica no Parque dos Poderes, a Creche Estadual Zedu, que poderia atender os filhos dos funcionários, cuida de 299 crianças e conta com uma lista de espera com 98 nomes.

(Matéria editada para correção às 16h43)

Estado recorre contra liminar e creche do Tribunal de Justiça pode fechar
O CREI (Centro de Recreação Infantil Desembargador Milton Malulei), que atende 68 crianças de servidores do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso ...
Carro roubado no RJ é recuperado em estrada rumo ao Paraguai
Um automóvel recentemente roubado no Rio de Janeiro foi recuperado por policiais militares em uma estrada vicinal de Japorã –a 487 km de Campo Grande...


ENGRAÇADO TEM PESSOAS FALANDO COMO SE FUNCIONÁRIO PUBLICO MERECESSE MAIS DO QUE OS PRIVADOS OS PRIMEIROS A UTILIZAR SERVIÇO PUBLICO DEVERIAM ELES MAI NOS DO SETOR PRIVADO PAGAMOS IMPOSTOS PARA PAGAR SEUS SALÁRIOS SERMOS MAU ATENDIDOS E FUNCIONÁRIO PRIVADO PARA IMPOSTE E TEM QUE PAGAR POR FOR FORA PLANO DE SAÚDE E PORQUE O SERVIDOR PUBLICO NÃO VAI NO POSTO DE SAÚDE PORQUE NOS PAGAMOS SEU PLANO DE SAÚDE JA PENSOU
 
douglas silva em 02/08/2013 01:25:17
Caro Luiz Alves, quer ser funcionário público? Estuda e passa num concurso ,agora não venha criticar o que não sabe. Funcionário público também paga imposto sabia? Você não deve ter tido acesso à educação pois mostra sua ignorância. Essa creche era mantida com a contribuição dos pais que eu saiba, o prédio é próprio. Só está fechando pq o presidente é um insensível. Sabia que os magistrados de MS ganham 2/3de férias, que eles tem auxílio saúde, que o lanchinho deles custa R$ 800.000 por ano aos cofres públicos e mais um monte de regalias? Tem que fechar a creche pra sobrar mais pra "eles". E atenção sr. presidente, o senhor conseguiu entrar pra história: o presidente mais carrasco que o tribunal de MS já teve!!!! Parabéns...
 
Suzana Alves em 01/08/2013 23:50:35
Realmente é triste ver tantos comentários descabidos, equivocados e cheios de rancor, fácil é falar de nós mães, o duro é estar em nosso lugar, saber que não temos mais a creche que dava o amparo emocional e educacional que buscávamos para trabalharmos seguras e felizes, sabendo que nossos filhos estavam em ótimas mãos. Um dos grandes benefícios do TJMS era essa creche, porque pouco nos sobra, mas infelizmente o poder não está conosco, fomos arrancados de lá, pais, mães, alunos, servidores, estagiários, terceirizados, sem chance de defesa, agora nos resta assimilar, respirar e seguir em frente, tranquilos, de que fizemos tudo que estava ao nosso alcance para impedir tamanha injustiça!
 
Tatiana Barbosa em 01/08/2013 18:47:48
É isso ai guilherme albuquerque, essa débora deve usar a atividade cerebral dela para fazer comprando algumas futilidades em shopping, ficar visitanto facebook, vai ver ela nem tem filhos e não sabe como é difícil criá-los. Deixa ela precisar dos direitos dela ai verás o quanto está enganada. Todas os outras país também tem direitos, porém não são todas as empresas que conseguem pagar auxilio creche ou alimentação aos seus colaboradores, por que pagam altos impostos, ressaltando que tem muitos empresários que até podem pagar, más não o pagam pelo egoísmo dominante.
 
jose carlos em 01/08/2013 08:54:33
E o povo mais uma vez aqui perdidos sem analisar antes de criticar. O funcionário ja ganha R$ 300,00 por criança do dinheiro público por mês. E Você critico que não é funcionário, já viu o salário desses funcionários? Você que paga imposto e não é funcionário público tem creche com esse padrão para seus filhos? Abra o olho e leia mais.
 
luiz alves em 01/08/2013 08:09:29
Gente, hipocrisia é vocês estarem comentando de algo que não tem conhecimento. Outra coisa, quem são vocês, para opinarem sobre o que acontece na vida de outras pessoas. Vão trabalhar. Mais uma coisa, neste País onde a educação não está mais sendo prioridade, o fechamento de uma creche, uma escola, um posto de saúde, chega a ser um crime.
 
Zelma Costa em 01/08/2013 07:48:57
Não acho certo muitos comentários críticos aos servidores, vejo muita gente questionando salários, benefícios e até a creche dos servidores, mas não tem coragem de pegar um caderno e estudar para um concurso público, sempre inventam uma desculpa, acho correto os servidores protestarem pelos seus direitos, já que a população em geral não protestam pelos seus. Busquem benefícios para vocês sem querer tirar os dos outros! fica a dica.
 
junior ferreira em 01/08/2013 07:23:31
Quando fala-se nesta creche, fala-se sobretudo sobre direito de tê-la e que foi tirado, abruptamente dos servidores, sequer falando de coexistir os dois, o auxílio para os que não tem a creche e a creche para os servidores que abdicarem de seu recebimento. Creche, como forma de valorização do servidor, tem que abrir mais e não fechá-la, assim como hospitais para a população. Outro ponto não menos vergonhoso é de que o mesmo órgão que tinha o interesse no fechamento da creche, foi o mesmo que julgou o recurso, e pasmem, a favor dele, e ainda, tal decisão será acatada como legítima. Não sei o que pensar hoje, mas sei do que lembrarei a daqui a 5, 10 anos ou mais: dos olhos desamparados dos pais, dos professores, da equipe da escola, e, sobretudo das crianças,
 
Antonio da Silva em 01/08/2013 00:46:47
Oi Debora Santos. Gostou do auxilio creche e da creche do TJ?? É só você prestar o concurso e passar. Daí você terá os mesmos benefícios!! O que você acha??
 
Murilo Teles em 01/08/2013 00:40:29
INFELIZMENTE .......E P/ QUEM ACHA Q NÃO DEVEMOS RECLAMAR ..VAI ESTUDAR E BUSCAR SEUS DIREITOS......
 
dora albuquerque em 31/07/2013 22:55:37
SOU PROFESSORA, TRABALHEI COMO ESTAGIARIA NA CRECHE DO TRIBUNAL POR DOIS ANOS E POSSO AFIRMAR QUE FOI O MELHOR LUGAR QUE TRABALHEI E O LUGAR ONDE MAIS APRENDI SOBRE EDUCAÇÃO. SUA METODOLOGIA DE ENSINO É MARAVILHOSA. SINTO MUITO PELAS MÃES QUE ESTÃO CRITICANDO A ATITUDE DAS SERVIDORAS DO TJ EM PROTESTAR CONTRA O FECHAMENTO DA CRECHE, MAS PENSEM, ESTAS SERVIDORAS QUE EU BEM CONHEÇO, ESTUDARAM PARA ESTAR TRABALHANDO NO TJ E MERECEM SIM, TODOS ESTES BENEFÍCIOS. AGORA QUEM TEM PREGUIÇA DE ESTUDAR, QUE CONTINUE PEGANDO ÔNIBUS E TRABALHANDO EM EMPRESAS QUE NÃO FORNECEM BENEFÍCIOS.... CADA UM TEM O QUE MERECE.
 
ROSEANE FERREIRA em 31/07/2013 22:53:49
Não precisa fechar a creche, é só cortar o AUXILIO que eles recebem...eu me viro para pegar meu filho na creche todos os dias..e vivemos muito bem gracas a Deus!!
 
Erica Braga em 31/07/2013 22:03:27
Creche é um direito social constitucionalmente previsto, é direito do cidadão, não só dos funcionários do Poder Judiciário, esclareço que os servidores que mantém seus filhos na creche do TJ não recebem o auxílio-educação. Vergonha, é aceitar os mandos e desmandos dos administradores de boca fechada, por isso que o Brasil esta essa vergonha!!
 
Deborah Ferreira em 31/07/2013 21:43:32
Para as pessoas que apoiam o fechamento do CREI: Prezados, só temos a lamentar pela ignorância e falta de iniciativa para lutar por seus DIREITOS. Encerrar as atividades de uma instituição que há 20 anos vem intelectualizando crianças e formando brasileiros que pensam e lutam por um amanhã melhor, é calar toda uma Nação que só agora percebe o quanto as "autoridades" vem lucrando com nosso desconhecimento. É lamentável ver tanta falta de intelectualidade e iniciativa política expressa em uma matéria jornalistica. Atribuem a simples servidores públicos, salário nababescos e inúmeros privilégios quando a realidade é bem outra. Estamos aqui falando de servidores públicos e não de agentes públicos e, para que não sabe, a diferença salarial é impronunciável.
 
Luciane Nardo em 31/07/2013 20:27:02
Essa creche que os pais pagam mensalidade, e não recebem auxílio-creche, vai ser fechada para abrir um restaurante, isso pode, é normal, criança sem escola é que é anormal....
 
Daniele Prado em 31/07/2013 19:26:36
OS PAIS DA CRECHE NÃO RECEBEM O AUXÍLIO-CRECHE E NEM PEDIRAM POR ELE, só querem a escola para as crianças, assim como muitos outros órgãos tem,não somos melhores que ninguém, mas escola modelo do MEC com prêmio de reconhecimento pela qualidade na educação, com 20 anos de funcionamento,não deveria ser fechada, e sim copiada por todas creches públicas, ainda mais porque quem proibiu outras crianças de frequentarem a creche foi o TJ/MS, porque tem vaga, mas eles não deixam novas matriculas serem efetuadas.Gostaríamos que mais mães tivessem acesso a educação de qualidade disponibilizada no CREI, mas nem todos os dirigentes, pensam em educação em primeiro lugar. NÓS PAGAMOS MENSALIDADE PARA NOSSOS FILHOS ESTUDAREM LÁ, NÃO É NADA DE GRAÇA, VIU.
 
Daniele Prado em 31/07/2013 19:11:55
Parabéns ao campograndenews pela reportagem e pela isenção!
Como é bom saber que ainda existem empresas jornalísticas que não foram compradas pelo Poder.
Depois, as outras empresas compradas ficam escondendo a marca do microfone pra não apanhar nos protestos... É pessoal, o povo está acordando!
 
Bruno Silveira em 31/07/2013 18:48:43
Fecha a creche porque ali é um ambiente familiar, só frequentam mãe e pai de família. Mas se fosse local de circulação de estagiários de direito, recém formadas na flor da idade, duvido que esses desembargadores fechariam.
 
lucas figueiredo em 31/07/2013 18:35:53
Eu não sou funcionária do TJ, porém, fico triste com certos comentários. Não importa se essas pessoas são funcionárias públicas, sua carga horária...o que importa é que uma excelente creche está fechando e podemos ver que a educação fica em segundo plano. Ela é modelo de aprendizagem. Mas isso não importa para a população. O que importa é ficar atacando quem está "melhor de vida".
 
Natália Martins em 31/07/2013 18:20:26
Não sou servidor do judiciário, mas já fiz vários concursos, sempre passei, mas como já não é novidade, eles só fazem concurso, mas chamar que é bom nada. Respeito e apoio os pais destas crianças, pois quando você almeja um futuro melhor para você e sua família se dedica, horas de suas noites, feriados e finais de semana, para estudar para concurso, sempre pensando no melhor, ganhar mais, ter qualidade de vida melhor, agora quem se conforma, e Têm síndrome de Gabriela (eu nasci assim e vou ser sempre assim) paciência, mas pelo menos não fale tanta asneira quanto a DEBORA SANTOS e o JOÃO NOBERTO.
 
Clóvis Regis em 31/07/2013 18:13:43
Acredito que a colega Debora Santos desconheça o significado das palavras que utiliza, ao nomear pessoas que estão lutando por seus direitos de hipócritas. Desconhece, igualmente a constituição de seu país, mais especificamente o artigo 7º, XXV. A apedeuta, com certeza não levou em conta que é dever do Estado garantir educação (artigo 208, IV, CF). Faz parecer que é um privilégio aquilo que na verdade é direito, não apenas dos servidores do judiciário, mas de todos os cidadãos, e se há pessoas sendo preteridas em seus direitos, devem lutar, mas a Debora prefere criticar ao vento, que é mais fácil e exige pouca atividade cerebral.
 
guilherme albuquerque em 31/07/2013 18:08:25
Concordo com a Débora e o João Norberto.
 
flavio carvalho em 31/07/2013 17:55:55
TA CERTINHO O DESEMBARGADOR, PQ CRECHE PARA OS FUNCIONARIOS DO TJ SE NAO TEM CRECHE NOS OUTROS ORGÃOS E MUITO MENOS PARA AS CRIANÇAS DA PERIFERIA...
 
elpidio cristaldo em 31/07/2013 17:55:26
Tem razão quem diz que muitos funcionários públicos não tém creche, mas que bom se todos agissem como as mães do TJ e exigissem esse direito, uma vez que esse é um direito da população!
 
Soraya Vânia em 31/07/2013 17:52:04
É Brasil, o poder está na mão dessas pessoas. Creche pra quê? O importante é ganhar dinheiro com o restaurante!!! Direito e leis pra que? O importante é que tudo saia como os julgadores querem.
 
Bruno Silveira em 31/07/2013 17:45:17
Estou começamdp a acreditar que o Tribunal de Justiça de MS, gosta mesmo é de estar na mídia, isto é um absurdo, muito bem falou uma das mães, "escolas se abrem e jamais fecham". Mas eles estão pouco se importando com tranquilidade das mães, o que eles querem é que sobre mais dinheiro, para descobrirem outro auxílio para eles. Não é incrível como para eles tudo pode têm uma lei que ampara, sempre encontram uma brecha, agora o servidor, aquele que é o único que eleva o nome do Tribunal de Justiça, nada, sempre só para juizes e desembargadores. Já passou da hora do CNJ ou OAB/MS, intervir.
 
Ana Maria em 31/07/2013 17:33:43
Para quem ganha por ai em torno de R$ 30.000,00 recebe auxilios diversos que somando ao todo chega a quase 70.000,00 - acho que da para pagar uma crechezinha particular - enquanto isso o resto que se vire.
 
jose carlos em 31/07/2013 17:33:36
O desembargador, afirmou, diz que não pode manter o CREI porque já fornece o auxílio educação - R$ 300 por criança (no máximo duas) – a todos os servidores. O povo mal acostumado, que funcionário de empresa privada recebe R$ 300,00 por criança?????
Isso é uma vergonha!
E esses funcionários públicos ainda querem se sentir no direito de reclamar.
O Brasil bom para poucos!
 
Jorge Arantes Nascimento em 31/07/2013 17:24:27
bem vindos a nossa realidade ,de muitas mães que não conseguem vagas em creche e somos obrigadas a pagar escola particular,mesmo não ganhando tão bem, não sendo concursados e com creche no local do emprego como vocês,!!!! quando a gente faz filho temos que pensar em tudo isso ,se vai creche,se vai ter gente para cuidar,se avós vao ajudar...se não temos nada disso o jeito é se sacrificar e dar o melhor para nossos filhos...se não pensar assim antes ,nem precisa fazer filho!!!!!!!!!! EU FIZ,GANHO POUCO E MESMO ASSIM NÃO DEIXAREI MEU FILHO POR CONTA DE CRECHE QUE NUNCA TEM VAGA.PAGO ESCOLA E VEJO QUE MEU FILHO É FELIZ...
 
adriana kelly em 31/07/2013 17:00:28
Como as pessoas querem tantos benefícios diferenciados, só porque trabalham no poder público, tem que ter os mesmos direitos e deveres de quem trabalha na iniciativa privada e pronto. Já ganham auxilio educação.
 
Rafael Pereira em 31/07/2013 16:58:56
Reizinho mandão esse desembargador heim...
Garanto que se tiver filhos devem estar nas melhores escolas...
Pessoas assim não merecem o cargo que ocupam!
 
Luciano Bandeira em 31/07/2013 16:57:18
Me pergunto quando a educação no Brasil (CG-MS), será prioridade?
 
Eduardo Meyer em 31/07/2013 16:49:21
É porque a decisão não afeta os magistrados se afetasse não fecharia...
 
Marco Alves em 31/07/2013 16:43:43
Não ter creche não é problema só dos servidores do TJ, a maioria da população não tem, é que funcionario publico no Brasil acha que é superior a todos e só querem direitos.
 
João Norberto em 31/07/2013 16:34:34
Engraçado a grande maioria das mães da empresa que trabalho pegam ônibus ganham bem menos que os funcionários do TJ e nem auxilio educação tem , saem as 18:00 do serviço e conseguem viver na medida do possível até bem.
Ai vem os funcionários do TJ que trabalham 06 horas por dia e reclamam que a creche que eles deixavam seus filhos está fechando.
Gente quanta hipocrisia desses funcionários .
 
Debora Santos em 31/07/2013 16:26:41
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