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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

17/03/2013 10:32

Dono de carro some e Polícia não sabe se fogo em BR foi criminoso

Nadyenka Castro e Luciana Brazil
Delegado olha o que sobrou do veículo incendiado. (Foto: João Garrigó)Delegado olha o que sobrou do veículo incendiado. (Foto: João Garrigó)
Fiat Uno ficou totalmente destruído. (Foto: João Garrigó)Fiat Uno ficou totalmente destruído. (Foto: João Garrigó)

A Polícia Civil investiga se o Fiat Uno encontrado incendiado na BR-262, em Terenos, foi alvo de atentado. De acordo com o delegado Paulo Sérgio Lauretto, ainda não é possível confirmar se a situação está relacionada com outros incêndios em veículos. Caso seja constatado que foi mais um ataque, será o nono, só entre a noite de sábado e a madrugada de domingo.

O carro de passeio estava em uma ribanceira quando o Corpo de Bombeiros chegou para controlar as chamas. Uma pessoa que passava pela rodovia foi quem viu o fogo e acionou o serviço de emergência, por volta das 23h30min.

O veículo ficou totalmente destruído e ao lado foram encontradas gotas de sangue. Amostras foram recolhidas pela perícia. A Polícia investiga se foi acidente e se a motivação está relacionada com os atentados.

“Ainda não dá para dizer se é ou não algo relacionado aos atentados em Campo Grande”, declarou o delegado. Ele explica que o incêndio no Fiat Uno tem características diferentes dos casos na Capital. “Em Campo Grande os carros estavam no Centro, na área urbana. Aqui estava em um barranco, local ermo”.

Até a manhã deste domingo não havia registro de roubo nem de furto do veículo e o proprietário não havia sido localizado. A Polícia Civil mantém sigilo sobre a numeração da placa e em nome de quem está o automóvel. A justificativa é porque o carro pode ser de uma pessoa ‘no papel’ e de outra ‘na prática’.

Atentados - Desde a noite de terça-feira, veículos têm sido alvos de criminosos. Com esses casos do fim de semana, já são pelo menos 18.

Na madrugada deste sábado, a Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) deflagrou operação para cumprir 25 mandados de busca e apreensão na Capital, Três Lagoas e Corumbá.

Em Campo Grande foi preso Estevão de Oliveira Alves, 32 anos, apontado como autor de incêndio aos veículos. O secretário de Justiça e Segurança Pública, Vantuir Jacini descarta a ligação de Estevão com a organização criminosa que age dentro dos presídios.

Ele é suspeito de atear fogo na Toyota Hilux, o Gol, a camionete que vendia frutas na Praça das Araras, a Montana e dois caminhões tipo munk. Câmeras de segurança gravaram o momento em que Estevão incendiou a camionete Hilux e fugiu em seguida. Para a Polícia, ele confirmou ser a pessoa que aparece nas imagens.

Além dos incêndios a veículos, outra situação deixa o clima tenso: investigação policial revelou que a facção criminosa que age dentro dos presídios estaria planejando matar policiais. A primeira vítima foi o policial militar aposentado Otacílio de Oliveira, de 60 anos, no dia 6 de março, em Três Lagoas.

Otacílio foi morto por tiros disparados por quatro homens, entre eles o próprio sobrinho, Cleverson Messias Pereira dos Santos, que já está preso e integra facção. Outros sete criminosos também estão envolvidos no homicídio. Três pessoas estão presas.



Resolvi comentar, por mero desabafo, pois ao contrario não perderia meu termpo com as informações divulgadas por este meio de comunição que leva o leito a formar opiniões diversas e que por muitas vezes noticia algo sem fundamentação alguma. Pode ser ser que não entenda mas estou falando de uma acusação contra a PM de forma irresponsavel, veiculada nesta semana onde foi dito que que os incendios estava sendo provocado por um policial militar. Apos a conclusão das investigações se nada comprovas vou fomentar que seja responsabizado o autor dessa acusão, pode crer e esperar, que isso vai acontecer.
 
cicero pereira em 17/03/2013 16:24:18
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