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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

06/03/2010 07:05

Em apenas um mês, cesta básica teve alta de 4,5%

Redação

Somente no mês de fevereiro a cesta básica individual teve aumento de 4,59%, conforme pesquisa elaborada mensalmente pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente, das Cidades, do Planejamento da Ciência e Tecnologia.

O custo da cesta necessária para sobrevivência de uma pessoa ficou em R$ 215,34 no mês de fevereiro, enquanto no mês anterior foi de R$ 205,89. As variações acumuladas registraram, nos últimos 12 meses, queda de 0,70%; nos últimos seis meses, alta de 2,65% e, neste ano, aumento de 7,75%.

Dos 15 produtos que compõem a Cesta Básica Alimentar, 12 registraram alta: laranja (13,11%); tomate (10,63%); açúcar cristal (9,40%); feijão (5,98%); alface (5,91%); carne (5,44%); arroz (3,94%); pães (3,60%); margarina (3,23%); sal (2,63%); banana (1,81%) e macarrão (0,62%). Três produtos apresentaram queda de preço: óleo (2,83%); leite (0,68%) e batata (0,36%).

Conforme análise dos técnicos, a laranja está no período de entressafra, com uma menor oferta no mercado nacional, o que ocasionou o aumento de preço (13,11%). Já a alta no valor do açúcar ocorreu por causa da redução na produção da Índia, maior produtor mundial. Conforme a pesquisa, o preço deve se estabilizar elevado, sem previsão de redução.

Além da melhor qualidade da safra do feijão, houve a recuperação no seu preço, influenciando sua alta em 5,98% no mês de fevereiro. O aumento da produção da soja em 30% e a queda em sua cotação afetou o preço de seus derivados como o óleo, registrando queda de preço 2,83%.

As chuvas ocorridas no período favoreceram as pastagens e, consequentemente, houve aumento no volume da produção de leite, o que influenciou na queda de preço 0,68%. Nos últimos seis meses, os produtos que apresentaram maiores altas foram: açúcar cristal, alface, batata, sal e laranja. As maiores quedas foram assinaladas para os produtos: feijão, leite, carne e macarrão.

A pesquisa constatou que o trabalhador que recebe um salário mínimo de R$ 510,00 comprometeu 42,22% do seu salário em fevereiro para aquisição da cesta alimentar; enquanto em janeiro representava 40,37%, restando R$ 294,66 para atender suas outras necessidades básicas como: água, energia, saúde, serviços pessoais, vestuários, lazer e outros.

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