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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

31/12/2014 18:24

Em mercados grandes e de bairro, correria nas compras em cima da hora

Ricardo Campos Jr.
Francisca acompanhada pelo filho nas compras para o almoço de ano novo, já que amanhã os mercados não abrem. (Foto: Marcelo Calazans)Francisca acompanhada pelo filho nas compras para o almoço de ano novo, já que amanhã os mercados não abrem. (Foto: Marcelo Calazans)

Na correria para comprar de última hora os itens para a ceia e almoço de Ano Novo, o movimento em mercados de bairro e nas grandes redes de varejo é praticamente o mesmo na tarde desta quarta-feira (30). Há quem prefira a comodidade de ir perto de casa e outros que optam em uma maior comodidade com maior quantidade de caixas e marcas.

“Mercado grande não dá para ir. Aqui [no bairro] tem de tudo e muitas vezes é melhor que em outros mercados”, diz a aposentada Francisca Braga, 66 anos, que fazia compras para o almoço do dia 1º, quando os mercados ficam fechados. O atendimento em estabelecimentos menores também é melhor, na opinião dos consumidores. “Em nossa região, o pessoal já te conhece e te chama pelo nome”, diz o comerciante Sílvio André Lima, 34 anos.

A assistente social Mônica Matos, 50 anos, optou em garantir a ceia em uma rede de supermercados da capital. Ela aproveitou a comodidade para encomendar, com antecedência, a ceia completa, que já foi entregue pronta e embalada. Não acostumada a freqüentar mercados às vésperas de festas de fim de ano, estranhou o movimento acima do normal. “Eu esperava que a uma altura dessas tivessem menos pessoas”, disse.

Vilmar Ferreira Lima Júnior, 26 anos, trabalha como estoquista em uma loja no Centro e só foi ao mercado de última hora porque o local fechou mais cedo. Também ficou impressionado com a quantidade de pessoas fazendo compras. “O povo todo deixou para a última hora”, comenta.

 

Vilmar foi ao mercado em cima da hora por conta do trabalho (Foto: Marcelo Calazans)Vilmar foi ao mercado em cima da hora por conta do trabalho (Foto: Marcelo Calazans)
Valdeli diz que fluxo aumenta perto do horário de fechamento (Foto: Marcelo Calazans)Valdeli diz que fluxo aumenta perto do horário de fechamento (Foto: Marcelo Calazans)

Dono de um supermercado de bairro, Luiz Tadeu Gaedicke, 52 anos, diz que hoje em dia a variedade de produtos é praticamente a mesma em comparação com grandes empresas e que as pessoas que optam por estabelecimentos maiores geralmente estão atrás de itens que não se acha perto de casa.

“Hoje quase todos os bairros têm vida própria. Os consumidores não precisam ir longe para encontrar os produtos”, diz.

O gerente Valdeli Ferreira Cândido, 59 anos, diz que o movimento aumenta mesmo perto do horário do fechamento, que hoje será às 20h. Para facilitar, o estabelecimento em que ele trabalha tem caixas extras que abrem para atendimento quando a demanda está além do normal. “Ninguém gosta de ficar em fila. Quem vem comprar, está com pressa, quer sair rápido”, conclui.

Movimento em um supermercado de Campo Grande às vésperas da ceia de Ano Novo (Foto: Marcelo Calazans)Movimento em um supermercado de Campo Grande às vésperas da ceia de Ano Novo (Foto: Marcelo Calazans)


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