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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

13/04/2009 14:15

Em MS, Dourados e Campo Grande estão em programa da CEF

Redação

A Caixa Econômica Federal começou a disponibilizar hoje os recursos do Programa Minha Casa, Minha Vida. Em Mato Grosso do Sul serão atendidos os municípios de Campo Grande e Dourados.

As pessoas com renda de três a 10 salários mínimos que querem aderir, já podem fazer simulação do financiamento no site da Caixa. No portal há ainda cartilhas com informações do programa.

Já as pessoas físicas com renda mensal de até três salários mínimos serão cadastradas pelos estados e municípios, mas não haverá novo sistema de cadastramento. Governo e prefeituras vão utilizar os procedimentos regulares da Agehab (Agência Estadual de Habitação) e Emha (Empresa Municipal de Habitação).

Poderá participar quem ainda não foi beneficiado em programa habitacional do governo e que não tem casa própria ou financiamento ativo em todo o território nacional. Após a seleção, o candidato apresentará documentação pessoal ao agente financeiro e a assinatura do contrato ocorrerá na entrega do empreendimento.

A Caixa informou ainda que simplificou o processo para aprovação das propostas dos empreendimentos habitacionais. Foi reduzido o período de análise, que passou de 120 dias para no máximo 45 dias, de acordo com a da modalidade, e será feita em paralelo com a tramitação na prefeitura.

A aprovação e a contratação de clientes apresentados pela incorporadora serão em até 15 dias. O banco também aceitará projetos analisados em outras regiões e protocolo de registro no cartório para efetivação da venda ao beneficiário (caso de incorporações) em substituição ao registro.

Também foi alterado o teto do valor dos imóveis financiados dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), que passou de R$ 350 mil para R$ 500 mil. A regra está em vigor desde o dia 1º de abril.

O banco informou que criou uma linha de crédito específica para financiar infra-estrutura, como calçadas, esgotos e bocas-de-lobo, num investimento total de R$ 5 bilhões em três anos. Esse financiamento é exclusivo para empresas da construção civil e o custo não será repassado ao mutuário final.

O pagamento de seguros habitacionais não serão cobrados, independentemente das faixas salariais. No caso de morte ou invalidez permanente do beneficiário, cessará sua obrigação de pagar as parcelas mensais. (Informações da Agência Brasil)

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