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Campo Grande, Sábado, 27 de Maio de 2017

30/03/2015 12:47

Sindicalistas se reúnem para impedir reeleição de presidência do Sinttel-MS

Liana Feitosa
Segundo representantes da chapa 2, atual presidência comanda série de irregularidades nas eleições.(Foto: Marcelo Calazans)Segundo representantes da chapa 2, atual presidência comanda série de irregularidades nas eleições.(Foto: Marcelo Calazans)

A partir das 17h desta segunda-feira (30), sindicalistas vão se reunir em frente ao Sinttel/MS (Sindicato dos Trabalhadores em empresas de Telecomunicações de Mato Grosso do Sul) para tentar derrubar eleições para nova presidência do sindicato. Representantes da chapa 2, de oposição, afirmam que há fraude no processo, que ocorre hoje até às 18h.

Segundo José Luiz Cassimiro Murcili, candidato à presidência do sindicato pela chapa 2, o clima ainda é tenso no local, que fica na Rua José Antônio, 1.682, centro da Capital. "Tem gente com medo de entrar no sindicato. Existem 75 capangas lá", conta.

De acordo com Murcili, a chapa 1 comanda série de irregularidades. "As urnas foram enviadas aos locais de votação sem fiscais da chapa 2. Elas não foram verificadas e não têm lacre", afirma o candidato.

As empresas de telecomunicações contam com cerca de 10 mil funcionários no Estado, mas podem votar 3.295, colaboradores sindicalizados. São trabalhadores de empresas como BT Call Center, Telemont - Oi e Enersul Call Center, conforme Murcili. Ele garante que serviços de telefonia, call center e internet não serão prejudicados, apesar das insatisfações.

Apoio - "A maioria dos sindicalizados se manifestou a favor da chapa 2, mas agora estamos assinando um abaixo-assinado dizendo que não estamos participando das votações", explica o sindicalista.

Mas outras ações estão sendo tomadas na tentativa de impedir a reeleição da atual diretoria. "Quem não está votando por acreditar em fraude, é convidado a assinar o documento porque queremos chamar a atenção da Justiça do Trabalho, estamos tentando juntar a categoria. Como tudo isso está acontecendo na frente de todo mundo e ninguém faz nada?", questiona.

"Temos muito apoio, temos pessoas que querem participar. Estamos aqui lutando pelo direito de fiscalizar e de participar de uma eleição justa", defende.

Outro lado - O atual presidente, Rafael Gonzales, garante que as eleições ocorrem dentro das regras e de maneira transparente. "Trouxemos pessoas de fora, sim, de Minas Gerais, São Paulo e Brasília, mas são apoiadores. A chapa 1 também conta com ajuda de pessoas de outros estados", rebate.

"Eles tentaram combater a eleição judicialmente, mas saímos na frente porque nosso trabalho é feito no dia a dia com o trabalhador. Nós temos liberdade sindical", finaliza o representante.

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