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Em Pauta

O fim do mundo, mais perto do que nunca: apenas 85 segundos do apocalipse

Por Mário Sérgio Lorenzetto | 15/02/2026 07:50
O fim do mundo, mais perto do que nunca: apenas 85 segundos do apocalipse

A humanidade se aproxima do abismo empurrado, principalmente, pelas ações de Donald Trump. O líder do negacionismo climático, promotor de energias nucleares obsoletas, derivados de petróleo e detonador de novos conflitos acendeu, permanentemente, o rastilho do apocalipse. Os responsáveis pelo Boletim de Cientistas Atômicos, que ajustam a cada ano o simbólico Relógio do Apocalipse, situaram em 2026 o fim do mundo a tão somente 85 segundos, quatro a menos que no ano passado e mais próximo do que nunca do último instante da existência da humanidade.


O fim do mundo, mais perto do que nunca: apenas 85 segundos do apocalipse

Só piorará.

Não há resposta no mundo às atitudes dentro dos EUA, na Rússia, Ucrânia, China, Coreia do Norte ou Japão que obstaculizem as retóricas e políticas de Trump. Ninguém no mundo lidera uma vertente que ponha limites a todos eles. Ninguém evita a descontrolada carreira armamentista ou a bagunça climática. Os ataques ao meio ambiente escalaram, o dióxido de carbono e os níveis mundiais do mar alcançaram máximos históricos, secas, incêndios, inundações e tormentas continuam intensificando-se. E isto só tende a piorar. A inteligência artificial está sem controle, potenciando a desinformação.


O fim do mundo, mais perto do que nunca: apenas 85 segundos do apocalipse

Criado por Einstein e Oppenheimer.

Este cronômetro do fim dos dias é um mecanismo simbólico utilizado como advertência pelo integrantes do Boletim, quase todos Prêmios Nobel, e foi gestado por Albert Einstein e Robert Oppenheimer com vários integrantes do Projeto Manhattan - que desenvolveu as primeiras armas nucleares. Desde há 79 anos ajustam o relógio. Em 1.947, quando funcionou pela primeira vez, a humanidade estava a sete minutos de sua meia-noite, de seu fim. Desde então, o relógio foi adiantado 27 vezes, incluindo a atual. O único “bom” momento do relógio foi na época da Queda do Muro de Berlim. O Tratado de Redução de Armas Estratégicas e desarme atômico, firmado por Bush e Gorbachov atrasaram o relógio do fim do mundo em sete minutos, ficando a 17 minutos do fim do mundo. Comparem com os atuais 85 segundos e acendam o alarme.

 

Os artigos publicados com assinatura não traduzem necessariamente a opinião do portal. A publicação tem como propósito estimular o debate e provocar a reflexão sobre os problemas brasileiros.