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Campo Grande, Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017

24/09/2014 12:38

Taxa de sobrevivência de empregos em MS é menor que média nacional

Caroline Maldonado
O setor de água, esgoto, atividades de gestão é responsável pelo maior número de contratações em relação ao número de empregados no ano. O segmento contratou 22,1% e demitiu apenas 0,2% (Foto: Marcelo Calazans)O setor de água, esgoto, atividades de gestão é responsável pelo maior número de contratações em relação ao número de empregados no ano. O segmento contratou 22,1% e demitiu apenas 0,2% (Foto: Marcelo Calazans)

A taxa de sobrevivência dos empregos nas empresas sul-mato-grossenses é inferior à média nacional. Do total de 390.361 postos de emprego em Mato Grosso do Sul, 93,6% permaneceu no ano de 2012, em relação ao ano anterior, de acordo com pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em todo o Brasil, os empregos que se mantiveram nesse período foram 95,4% do total. No entanto, o Estado contratou nesse ano 24.867 pessoas, o que representa 6,4% do total de empregados, percentual maior do que a média nacional de contratações que é de 4,6%, conforme o levantamento. As demissões, por sua vez, representam 1,4% do total, quantidade inferior a média do Brasil, que é de 1,7%.

Em Campo Grande, do total de 169.994 assalariados em 2012, 5,8% entrou e 1,2% saiu dos postos de trabalho. O percentual é inferior a taxa nacional de contratações que é de 4,6%, enquanto a taxa de saída ficou em 1,7%. Na Capital; o setor de água, esgoto, atividades de gestão é responsável pelo maior número de contratações em relação ao número de empregados no ano. O segmento contratou 22,1% e demitiu apenas 0,2%, o menor percentual de todos os setores pesquisados. Também apresentaram apenas 0,2% de demissões as áreas de saúde humana e serviços sociais; atividades imobiliárias; além de atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados.

Tambem estão entre os que tem maior número de contratações em relação aos empregados naquele ano, o setor de artes, cultura, esporte e recreação, com 12,1%; alojamento e alimentação, com 8,8%; construção, que contratou 8,2% e a indústria de transformação que registrou 6,5% de entradas em postos de trabalho em 2012.

Dentre os setores que apresentam menor número de contratações estão eletricidade e gás com 1,4%; atividades administrativas e serviços complementares, com 2,1%; educação, com 2,4%; agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, com 2,8% e saúde humana e serviços sociais, com 3,5%.

Remuneração – Conforme a pesquisa, no Brasil do total de salários e outras remunerações das empresas de alto crescimento, 73,9% foram pagos a homens e 26,1%, à mulheres. Levando em conta o total de empresas, 70,6% dos salários e outras remunerações foram pagos aos homens, enquanto 29,4% às mulheres.

Os salários médios mensais das empresas de alto crescimento foram de R$ 1.965,07 para homens e R$ 1.405,38 para mulheres. Os valores têm diferença de 28,5%. No total de empresas, o salário médio mensal foi de R$ 1 924,12 para os homens e R$ 1 378,03 para as mulheres, o que significa diferença de 28,4%.

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