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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

09/12/2009 15:29

Empresário foragido é acusado de matar jovem por ciúme

Redação

O acusado de mandar matar Jéfferson Fernandes de Oliveira, 26 anos, o empresário Natanael Soares de Souza, 63 anos, está foragido. Por ciúme, ele contratou três pessoas para executar o jovem, com quem a amante mantinha um relacionamento.

Aos 6 anos, a filha de Jéfferson viu o pai ser assassinado a tiros dia 13 de maio, no residencial Botafogo, no Jardim Morenão, em Campo Grande. A investigação foi concluída e dois homens contratados para a execução estão presos.

No inquérito policial desenvolvido pelo 5º DP (Distrito Policial), fechado cinco meses após a morte, ficou apurado que Natanael chegou a pedir para que os executores pegassem halteres de academia e atingissem o órgão genital de Jéfferson.

Já contra Denise Alves Ribeiro, com quem Jéfferson convivia, o desejo de Natanael era que quebrasse os dentes já que havia pago R$ 1 mil para o tratamento dentário da ex-amante.

Natanael é proprietário de uma empresa do ramo de metalurgia e não está em Campo Grande. Informações apuradas pela Polícia indicam que teria fugido para o Paraguai.

Segundo a Polícia Civil, Fernando Sabino Gomes, 23 anos, e um comparsa identificado apenas como "Negão" foram contratados para matar Jéfferson.

Natanael foi quem pagou R$ 2 mil pelo "serviço". O ex-funcionário dele, Abílio Alves dos Santos, 38 anos, intermediou a contratação dos pistoleiros. Abílio também está preso no IPCG (Instituto Penal de Campo Grande).

Família - O crime desestruturou a família de Jéfferson. O pai do jovem Alcides Barros de Oliveira, 47 anos, deixou as atividades de rotina e passou a investigar o assassinato.

Ele também virou alvo da ação de bandidos, que tentaram arrombar o portão da casa da família, mesmo local onde o rapaz foi assassinado. Alcides recebeu várias ameaças.

Desde o início das investigações, Alcides afirmou que existem provas suficientes contra Natanael. O idoso é apontado como mandante do homicídio, que teria motivação passional.

Jéferson convivia com Denise, com quem Natanael tinha um relacionamento extra-conjugal há um ano. Dois meses antes do crime, ela terminou o caso por ter se envolvido com Jéferson.

A tese foi levantada porque o acusado deixou uma carta na qual fazia várias ameaças à mulher. Alcides revela ainda que existem ligações e mensagens no telefone celular de Denise que reforçam a linha de investigação.

De acordo com Alcides, após a morte, a namorada do filho fugiu para o estado de São Paulo, onde foi procurada por Natanael. Ele teria pedido para que assinasse um documento e o "livrasse" da suspeita.

A jovem disse que assinaria, porém, o papel só seria entregue no fim do dia. Ela voltou a Campo Grande e apresentou o documento à Polícia Civil.

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