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Estelionatário é preso depois de dar golpe de R$ 40 mil em agências bancárias

Por Luciana Brazil e Graziela Rezende | 20/12/2013 12:48
José foi preso depois de ser abordado no centro da cidade por policiais da PM. (Foto:Divulgação)
José foi preso depois de ser abordado no centro da cidade por policiais da PM. (Foto:Divulgação)

Depois de dar golpes de mais de R$ 40 mil em duas agências bancárias de Campo Grande, o integrante de uma quadrilha de estelionatários de São Paulo, intitulada “Quadrilha da Ostentação”, foi preso na tarde de ontem (19), na Capital.

José Gilclécio de Moura, 27 anos, foi detido no centro da cidade, depois que dois policiais da PM (Polícia Militar), que faziam a segurança nas ruas, perceberam o nervosismo do rapaz.

A quadrilha, que já é investigada pela polícia de São Paulo, atua em todo país.

No celular apreendido com José, a polícia encontrou várias fotos de viagens internacionais feitas pela quadrilha, inclusive em cruzeiros, o que dá referências ao nome do bando “Ostentação”. Uma Ferrari também fazia parte da galeria de fotos.

Depois de ser abordado no centro da cidade, José entrou em contradição e disse que teria vindo visitar um amigo em Campo Grande, mas não soube dar o endereço.

Com ele, a polícia encontrou um cheque no valor de R$ 2,5 mil. Os policiais decidiram levar o suspeito até a agência bancária. Lá, a gerente da unidade contou que o homem já tinha programado o saque do cheque. Ela afirmou ainda que também já havia desconfiado que o cheque era falso.

A polícia não divulgou o nome das agências, mas afirmou que o golpe foi dado em dois bancos, sendo que na terceira agência José não conseguiu concluir o golpe.

Segundo a PM, a “missão” de José era vir para Campo Grande com os cheques falsos, sacar os valores e voltar para São Paulo.

A quadrilha agia desta forma, pegando chegues com valores menores, verificando a agência das vítimas e falsificando a folha com valores bem maiores. Na cidade da vítima, eles sacavam o dinheiro. Se a vítima tivesse saldo na conta, o dinheiro era debitado.

Durante todo o flagrante, o celular de José tocava. A polícia colocou a ligação no viva-voz e ouviu um dos integrantes prometer resgate para José.

“Fala aí logo se a casa caiu. Nós temos dinheiro e vamos contratar o melhor advogado para te tirar daí”, disse um dos suspeitos sem saber que era ouvido.

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