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Campo Grande, Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2018

10/02/2015 13:59

Fetems realiza assembleias no interior para decidir sobre proposta do governo

Flávia Lima
Reuniões nos municípios acontecem até o fim da tarde desta terça-feira. (Foto:Divulgação) Reuniões nos municípios acontecem até o fim da tarde desta terça-feira. (Foto:Divulgação)

Sindicatos ligados a Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) estão realizando, até o final da tarde desta terça-feira (10), em todos os municípios, reuniões com aos afiliados da entidade para decidir sobre a proposta salarial feita pelo governo do Estado.

Após as deliberações municipais, os delegados de base de cada cidade se reunirão em Campo Grande, na quinta-feira, às 9 horas, para uma assembleia geral que vai decidir o posicionamento da categoria. Nesse encontro, cada delegado irá votar de acordo com a decisão do município que representa.

O presidente da Fetems, Roberto Botarelli, acredita que 14 mil afiliados e 380 delegados devem participar da assembleia geral e decidir se acatam a proposta ou deflagram greve a partir do dia 19, data marcada para o início das aulas na rede estadual e municipal.

Ele ressaltou que na manhã desta terça-feira seis municípios já realizaram assembleias, porém ele preferiu não adiantar quais foram e nem os resultados para não influenciar as demais reuniões. “A Fetems é uma entidade democrática, cabe a nossa categoria, filiados e filiadas, decidirem se acatam ou não questões como a proposta de reajuste apresentada pelo governo, espero que todos estejam presentes nos fóruns de debate e consigam expor sua opinião. No próximo dia 12 nós saberemos se iniciamos ou não as aulas no Estado”, afirmou Roberto.

Encontros

Após quatro reuniões com a entidade, o governador Reinaldo Azambuja formalizou documento assegurando o reajuste de 13,01%, que será pago aos servidores com data retroativa em março. Foi incluído nesse documento a questão da carga horária da hora atividade de 40h/semanais para 20h/semanais.

O governo também deixou claro a premissa de pagar o restante do reajuste, 10,98%, que falta para atingir a meta dos 25,42%, conforme a Lei n° 4.464, integralizando o piso de 20 horas semanais até 2018. Ainda neste último encontro foi estabelecido que uma comissão será instituída para definir até maio como os 10,98% restantes serão pagos.

 



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