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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

22/05/2015 11:36

Governador descarta novamente reajuste em reunião com servidores

Leonardo Rocha e Aline dos Santos
Reinaldo acompanhado pelos secretários Sérgio de Paula e Carlos Assis voltou a dizer aos servidores que não haverá reajuste (Foto: Marcelo Calazans)Reinaldo acompanhado pelos secretários Sérgio de Paula e Carlos Assis voltou a dizer aos servidores que não haverá reajuste (Foto: Marcelo Calazans)
O coordenador do Fórum do Servidor, Alexandre Barbosa, disse que não houve avanço na reunião, mas tem esperança de reajuste (Foto: Marcelo Calazans)O coordenador do Fórum do Servidor, Alexandre Barbosa, disse que não houve avanço na reunião, mas tem esperança de reajuste (Foto: Marcelo Calazans)

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) se reuniu, nesta manhã (22), com os representantes do Fórum do Servidor, que representa 16 sindicatos, para discutir a questão do reajuste salarial. O tucano novamente defendeu a posição que o reajuste já foi concedido em dezembro de 2014 e que por esta razão não vai haver um novo aumento em maio.

O presidente do Sinpol e coordenador do Fórum, Alexandre Barbosa, afirmou que Reinaldo manteve a posição da PGE (Procuradoria Geral do Estado), que a data base foi antecipada no ano passado, gerando um impacto de R$ 20 milhões na folha e que não tem condições financeiras para conceder um novo reajuste.

“Esta reunião não aconteceu nada de novo, o Governo voltou a dizer que o reajuste foi concedido em dezembro, mas ainda temos a esperança que volte atrás e conceda a reposição da inflação (8,12%), que está prevista na Constituição Federal”, disse Barbosa.

O coordenador ponderou que não foi decidida a próxima reunião com o executivo, mas que os servidores não abrem mão deste direito. “A agenda de ações e protesto do Fórum continua, com a panfletagem na próxima terça-feira (26) e passeata no dia 30”.

Os integrantes do Fórum do Servidor não descartam entrar com ação na Justiça, para exigir esta “reposição de inflação”, mas explicaram que sobre paralisação e greve, depende da avaliação e reunião de cada categoria, de forma individual. “Cada sindicato se reúne, faz a sua assembleia e decide que providências vai tomar”, disse Barbosa.

Esta negociação de hoje tratou apenas do reajuste linear, já que sobre demandas particulares dos sindicato, as categoria vão marcar pautas individuais com representantes do Governo. Sobre o levantamento do grupo que o executivo teve um superávit de R$ 200 milhões, nestes primeiros meses, Reinaldo contestou os números. “Eles negaram, mas não nos apresentaram nenhuma planilha”.



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