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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

01/06/2009 14:15

Governo brasileiro assume investigações sobre Air France

Redação

O governo brasileiro já assumiu as buscas ao avião da Air France que desapareceu, na madrugada de hoje (1º), a caminho de Paris. O avião decolou ontem (31) à noite do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Antonio Carlos Jobim e desapareceu quando voava sobre o Oceano Atlântico.

Uma patrulha da Marinha já deixou Natal, no Rio Grande do Norte, para auxiliar nas buscas e, de Salvador, saíram uma fragata, helicópteros e uma corveta para auxiliar nas buscas. A Marinha brasileira também já fez contato com todos os navios mercantes que estão na possível rota do acidente para que se integrem às buscas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está em El Salvador para a posse do presidente Maurício Funes, eleito pela Frente Farabundo Martí para Libertação Nacional, foi informado do acidente às 6h (9h em Brasília) pelo brigadeiro Francisco Josely, responsável pela área de Logística da Aeronáutica brasileira.

Como o último contato do airbus A330 foi com Recife, o Brasil vai assumir as investigações sobre o acidente, que provocou consternação entre os brasileiros que acompanham o presidente Lula na viagem à América Central.

Ainda hoje, o presidente Lula deve fazer um pronunciamento sobre o acidente. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o avião da Air France partiu do Rio com 216 passageiros e 12 tripulantes. Cinquenta e dois são brasileiros (51 passageiros e um tripulante).

Segundo comunicado oficial divulgado pela companhia aérea Air France, o total de brasileiros chega a 58, por causa da inclusão de passageiros com dupla nacionalidade. A maioria dos passageiros era francesa (61). Ao todo, estavam na aeronave 228 pessoas.

Inicialmente, o gerente da empresa no Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim no Brasil, Jorge Assunção, havia informado que 80 brasileiros estavam no avião. A lista da Air France foi elaborada com base em informações fornecidas por autoridades brasileiras.

Entre os ocupantes da aeronave estavam três funcionários da fabricante de pneus Michelin: o presidente da empresa na América do Sul, Luis Roberto Anastácio, o diretor Antonio Gueiros e uma funcionária da sede na França Christine Pieraerts.

Outro passageiro era o príncipe Pedro Luis de Orleans e Bragança, de 26 anos, herdeiro da família real brasileira. O chefe de gabinete da prefeitura do Rio de Janeiro, Marcelo Parente, também estava no Airbus A330, acompanhado da mulher.

Investigação - O coronel Jorge Antônio Amaral, vice-chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, afirmou que a Força Aérea Brasileira considera todas as hipóteses possíveis para o desaparecimento do Airbus A330. "Vamos pensar em tudo, do pior ao melhor", disse.

Para ele, a melhor hipótese é que o piloto tenha tido problemas durante o voo, mas, de alguma forma, conseguiu realizar um pouso forçado. "Isso é possível, os pilotos fazem esse treinamento em simuladores de voo". Porém, diante do problema de pane elétrica comunicado à Air France, é possível que "algo pior tenha acontecido".

O coronel informou que seis aeronaves da FAB já foram deslocadas para Natal e Fernando de Noronha, mas, até o momento, as buscas não começaram. "Estamos, primeiramente, levantando todos os dados de rota [do avião desaparecido]", disse.

"Temos que iniciar o mais rápido que pudermos. Vamos chegar na área onde o último contato foi feito e tentar achar alguma coisa no mar", acrescentou

O avião Airbus 330-200 da Air France que desapareceu dos radares quando sobrevoava o Oceano Atlântico enviou mensagem automática a uma central européia apontando pane do circuito elétrico e despressurização. Este foi o último contato oficial da aeronave com centros de controle.

Segundo a empresa, a aeronave atravessou uma zona de tempestade com fortes turbulências às 2 horas da manhã - 23 horas horário do Brasil. "Uma mensagem automática foi recebida às 2h14 da manhã (horário TU = 23h14 horário do Brasil) indicando uma pane do circuito elétrico e despressurização numa zona afastada da costa", esclareceu em nota.

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