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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

27/07/2012 08:00

Greve nas universidades deve levar o ano letivo até o início de 2013

Amanda Cieglinski, da Agência Brasil

A greve dos professores das universidades federais já dura 72 dias e aumenta a probabilidade de que o calendário letivo de 2012 tenha que ser estendido até o início de 2013. Na maioria das 57 instituições, a paralisação teve início antes do encerramento do primeiro semestre. Com isso, quando a greve terminar, será necessário concluir as atividades para só então dar início ao segundo semestre de 2012.

O reitor da Universidade de Brasília (UnB), José Geraldo, explica que, quando a greve for encerrada, o calendário deverá ser reorganizado. “O semestre letivo não coincide com o ano fiscal. É provável que a gente entre [com as atividades letivas] em 2013 com a reposição. Mas já vivemos experiências de outras greves em que foi possível organizar isso de modo qualificado”, disse.

A Agência Brasil entrevistou reitores de insituições das cinco regiões do país. Eles descartam a possibilidade de cancelar o semestre e apostam na reposição. Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), os professores encerraram as atividades antes da paralisação, mas o semestre não foi oficialmente finalizado porque a maioria não lançou as notas no sistema. Como as aulas foram concluídas, o reitor Carlos Alexandre Netto acha que não será necessário comprometer as férias de janeiro com a reposição – isso se a greve não se prolongar por muito tempo.

Além dos professores, os técnicos administrativos das universidades federais estão em greve desde 11 de junho. Em algumas universidades, a paralisação dos servidores também atrapalha o calendário, já que serviços como o lançamento de notas e matrículas podem ficar comprometidos. O governo espera resolver a situação com os professores para depois iniciar a negociação com os técnicos.

“Assim que os professores retornarem, nós vamos tentar corrigir o calendário. Mas, se não for resolvida a questão dos técnicos, nós não temos como começar o semestre seguinte. Nossa expectativa é que haja logo uma negociação também com essa categoria”, disse o reitor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Targino de Araújo Filho.

Até segunda-feira (30), professores se reunirão em assembleias para deliberar sobre o fim da greve. Ontem (26), docentes de pelo menos 12 universidades federais já rejeitaram a proposta apresentada pelo governo na terça-feira (24) e mantiveram a paralisação. São elas as universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ), de Santa Maria (UFSM), de Pernambuco (UFPE), Rural de Pernambuco (UFRPE), do Espírito Santo (Ufes), de Uberlândia (UFU), de Brasília (UnB), da Paraíba (UFPB), da Bahia (UFBA), de Goiás (UFG), de Pelotas (UFPel) e Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), os docentes aceitaram a proposta do governo, mas o fim da paralisação ainda depende da aprovação em um plebiscito.

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O governo Dilma que esta enrolando os professores com proposta indecente, e não tenha duvida que vai tentar fazer o mesmo com os tecnicos em educação, e com certeza a greve deve continuar, os professores nescessitam dos tecnicos e os tecnicos nescesstam dos professores, este é a engrenagem de uma universidades.
 
EUCLYDES JOSÉ DE OLIVEIRA JUNIOR em 27/07/2012 09:41:25
isso é uma palhaçada e quem se fera somos nos. como sempre,,,....

parabens!!!!

esse e o nosso Brasil...
 
rafaela santos em 27/07/2012 08:43:42
isso é uma palhaçada...... enquanto isso quem se ferra somos nos...
pq ao inves de termos nossas ferias em dezembro e em janeiro vamos ter que ficar em sala de aula, pagando por irresponsabilidade dos outros. tanto dos professores,quanto dos politicos...os politicos fazem pouco caso com os outros, pq o bolso deles é cheio. entao pagando bem ou mal, nao interfere em nada pra eles. esse é o brasil
 
RAFAELA santos em 27/07/2012 08:42:33
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