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Campo Grande, Terça-feira, 27 de Junho de 2017

16/09/2015 12:01

Acusado de estuprar alunas, professor paga R$ 6 mil para matar mãe de vítima

Caroline Maldonado

Depois que a mãe de uma menina de nove anos procurou a polícia, há mais de um mês, uma investigação levou à prisão de um professor suspeito de estupro de vulnerável de duas alunas, em Paranaíba, a 422 quilômetros de Campo Grande. Ao saber da denúncia, ele ofereceu R$ 6 mil e um revólver para que um ex-presidiário matasse a mãe da menina, conforme informações apuradas pela polícia.

Segundo a polícia, o homem disse à diretora da escola, que pagaria alguém para assassinar a mulher. “Se ela sujar o meu nome vou contratar uma pessoa para matá-la”, disse ele, que não teve o nome divulgado. 

A menina disse que o professor passou as mãos em suas partes íntimas e ainda pediu para que a criança fizesse o mesmo nele. Os investigadores descobriram que há tempos o professor apresentava comportamento inadequado com as alunas. Outras pessoas relataram investidas com conotação sexual contra adolescentes e uma garota de 12 anos disse que o homem passou a mão em seu seio.

Baseada nos relatos de testemunhas e nas ameaças realizadas pelo suspeito, a polícia pediu a prisão cautelar, que foi decretada pelo juiz, mas ele ainda ficou foragido por três semanas, porque contou com apoio da família para se esconder.

Com isso, as polícias civis dos Estados de Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo fizeram diligências para encontrar o homem. No último final de semana, ele voltou para a região de Paranaíba e se manteve escondido com o ajuda de sua esposa.

No domingo (13), policiais civis de Goiás o encontraram e deram voz de prisão em frente à sua residência, mas o professor fugiu, escalando muros e se escondendo no meio do mato na zona rural. A polícia de Paranaíba foi acionada investigadores da Polícia Judiciária e uma equipe da PRF (Polícia Rodoviária Federal) foram até o local. Com apoio de policiais do município de Itajá/GO foi organizada uma operação com o objetivo realizar a prisão.

Depois de oito horas, o suspeito foi preso, na madrugada de segunda-feira (14). Ele estava dentro do banheiro de uma igreja. O professor foi conduzido até uma das celas da 1ª Delegacia da Polícia Civil de Paranaíba/MS.




Bicho vagabundo... O pior é a esposa dar cobertura pra uma imundície dessa, os parentes de sangue como pais, irmãos, a gente até entende. Homem nojento e asqueiroso. Cadeia é pouco pra gente dessa laia.
 
Mariana Carvalho em 16/09/2015 12:38:17
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