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Interior

Ao atender ocorrência, enfermeira descobre que vítima de assassinato é o filho

Crime ocorreu em Aral Moreira na MS-165; jovem de 29 anos foi morto a tiros em zona rural

Por Viviane Oliveira | 19/04/2026 21:34
Ao atender ocorrência, enfermeira descobre que vítima de assassinato é o filho
Homem executado neste domingo em Aral Moreira (Foto: Divulgação/Ponta Porã News)

O que deveria ser mais um atendimento de rotina terminou de forma dramática para uma profissional de saúde na tarde deste domingo (19), em Aral Moreira, a 397 quilômetros de Campo Grande. Ao chegar para socorrer vítima de disparos de arma de fogo na MS-165, uma enfermeira do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) constatou que o homem morto era seu próprio filho, Renato Lúcio Alexandre, de 29 anos.

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Uma enfermeira do Samu chegou para atender uma vítima de disparos de arma de fogo na MS-165, em Aral Moreira, a 397 km de Campo Grande, e descobriu que o morto era seu filho, Renato Lúcio Alexandre, de 29 anos. O crime ocorreu por volta das 13h30 de domingo (19). A vítima foi atingida por seis disparos e estava caída ao lado de uma motocicleta. Nenhum suspeito foi identificado.

Segundo informações do site Ponta Porã News, o crime ocorreu por volta das 13h30, em frente ao espaço de eventos Amoreira Hall, na zona rural do município. A vítima seguia em uma motocicleta Leopard 125 quando foi interceptada por ocupantes de outro veículo semelhante.

Testemunhas relataram que os autores se aproximaram e efetuaram diversos disparos à queima-roupa antes de fugirem, sem serem identificados.

A equipe do Samu foi acionada por moradores. No local, a enfermeira confirmou o óbito do filho, encontrado caído ao lado da motocicleta. A identificação da vítima no próprio ambiente de trabalho gerou forte comoção entre os presentes.

A área foi isolada pela Polícia Militar para os trabalhos da Polícia Científica. O laudo preliminar aponta que Renato foi atingido por seis disparos, sendo quatro nas costas, um na região lombar e um no antebraço direito. Nenhuma cápsula foi localizada no local, o que levanta a hipótese de uso de revólver ou de recolhimento do material pelos autores para dificultar a perícia. Até o momento, não há informações sobre motivação ou suspeitos.

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