Ciclista morre 11 dias após ser atropelada por carro de aplicativo
Acidente ocorreu no dia 3 de junho, no cruzamento das ruas Olinda Pires e Barão do Rio Branco, em Dourados

Elenir Barreto Aran, de 59 anos, morreu neste domingo (14), 11 dias após ser atropelada por um veículo de transporte de passageiros por aplicativo, em Dourados a 251 km de Campo Grande. O acidente ocorreu na manhã de 3 de junho, no cruzamento das ruas Olinda Pires de Almeida e Barão do Rio Branco, na Vila Aurora, região oeste da cidade.
RESUMO
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Elenir Barreto Aran, de 59 anos, morreu no domingo (14) após ser atropelada por um motorista de aplicativo em Dourados (MS). O acidente ocorreu em 3 de junho, quando o venezuelano José Antônio Brito Rojas, que conduzia um Onix, não respeitou a parada obrigatória e atingiu a bicicleta elétrica da vítima. Imagens de câmeras mostram que o motorista mentiu à polícia ao afirmar que a ciclista estava na contramão. O caso é investigado pela Polícia Civil.
Elenir conduzia uma bicicleta Poti roxa pela Rua Olinda Pires de Almeida (preferencial) e o Onix, conduzido pelo venezuelano José Antônio Brito Rojas, seguia pela Rua Barão do Rio Branco. Ele transportava um passageiro.
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O carro seguia no sentido norte-sul e no cruzamento atingiu a bicicleta. Na queda, Elenir bateu a cabeça no asfalto, sofreu traumatismo craniano e foi socorrida em estado grave pelo Samu (Serviço Móvel de Atendimento de Urgência). Com risco de morte, ela deu entrada na ala vermelha e depois foi para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva), onde morreu ontem às 17h10.
Aos policiais que atenderam a ocorrência, o condutor do carro alegou que não viu a bicicleta porque a ciclista estaria na contramão. A Rua Olinda Pires de Almeida é mão única, no sentido oeste-leste.
Entretanto, durante o registro da morte, na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), os familiares da vítima informam que, ao contrário do citado no primeiro boletim de ocorrência, a ciclista não estava na contramão.
Imagens de câmeras de vigilância do local, obtidas pela família, mostram que Elenir trafegava no sentido correto do tráfego. Foi o condutor do Onix que não respeitou a parada obrigatória e invadiu a preferencial, atropelando a ciclista. O caso segue em investigação pela Polícia Civil.
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