Condenado a 7 anos por roubo é executado com tiro na cabeça
Atentado ocorreu no Assentamento Rosa Mística, na fronteira entre Pedro Juan Caballero e Ponta Porã

Bernardo Luis Sánchez Quintana, de 33 anos, morreu na noite desta segunda-feira (29), horas depois de ser baleado na cabeça dentro da casa onde morava em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia na fronteira com Ponta Porã, a 313 quilômetros de Campo Grande. Dois criminosos encapuzados invadiram o imóvel, efetuaram o disparo e fugiram em uma motocicleta. O caso é investigado pelo Ministério Público do Paraguai.
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Bernardo Luis Sánchez Quintana, de 33 anos, foi morto a tiros na cabeça dentro de sua residência em Pedro Juan Caballero, no Paraguai, na noite desta segunda-feira (29). Dois criminosos encapuzados invadiram o imóvel, efetuaram o disparo e fugiram em uma motocicleta. A vítima tinha antecedentes criminais e havia saído da prisão recentemente após cumprir sete anos de pena. O Ministério Público do Paraguai investiga o caso.
Segundo a Polícia Nacional do Paraguai, o atentado ocorreu no Assentamento Rosa Mística, no bairro Defensores del Chaco. A vítima estava deitada ao lado da companheira quando dois homens chegaram em uma motocicleta vermelha. O passageiro desceu armado, entrou diretamente na residência e atirou contra Bernardo.
Antes de deixar o local, os suspeitos ainda dispararam contra dois cães que estavam na propriedade e fugiram sem serem identificados.
Equipes da 14ª Delegacia atenderam a ocorrência e levaram Bernardo ao Hospital Regional de Pedro Juan Caballero. Ele foi socorrido em estado grave, intubado e recebeu atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos.
A companheira da vítima contou aos policiais que os autores usavam capacetes e roupas que dificultavam a identificação.
Conforme as autoridades paraguaias, Bernardo tinha antecedentes por roubo qualificado, roubo e exposição ao perigo. Ele havia deixado recentemente o sistema prisional após cumprir sete anos de pena aplicada por um tribunal de Assunção.
A Polícia Nacional comunicou o caso ao Ministério Público do Paraguai, que conduz a investigação para identificar os autores e esclarecer a motivação do homicídio. Até o momento, ninguém foi preso.

