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Criança chega a posto com sangramento íntimo e caso é investigado como estupro

Mãe da vítima de 6 anos percebeu ferimento no momento em que foi dar banho, na noite desta sexta-feira

Por Bruna Marques | 14/03/2026 07:53
Criança chega a posto com sangramento íntimo e caso é investigado como estupro
Monumento com cuias de chimarrão e tereré na entrada de Ponta Porã (Foto: Marcelino Nunes de Oliveira)

Criança de 6 anos deu entrada em um posto de saúde de Ponta Porã, município a 313 quilômetros de Campo Grande, na noite desta sexta-feira, 13, após apresentar sangramento na região vaginal.

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Uma criança de 6 anos foi atendida em um posto de saúde de Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, após apresentar sangramento vaginal. A mãe relatou que a menina reclamava de dores abdominais desde quinta-feira e, ao dar banho na filha na sexta-feira, notou o sangramento. A médica identificou uma fissura interna na região vaginal. A Polícia Militar foi acionada e registrou o caso como estupro de vulnerável. A mãe desconfia do avô paterno, mas não há confirmação. A criança foi encaminhada ao Hospital Regional e ao IML para exames. O Conselho Tutelar acompanha o caso, e a mãe foi orientada a formalizar a denúncia na delegacia.

Conforme consta no boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por uma equipe da unidade de saúde para verificar a situação. No local, os policiais conversaram com a mãe da vítima.

Segundo relato, desde quinta-feira a menina vinha reclamando de dores na região da barriga. Já nesta sexta-feira, ao dar banho na filha, a mulher percebeu um sangramento na vagina da criança e a levou até a unidade de saúde.

Durante o atendimento, a médica constatou uma pequena fissura na região interna da vagina.

Questionada sobre a rotina da criança desde o dia anterior, a mãe relatou que ficou com a vítima na quinta-feira pela manhã. No período da tarde, ela foi para a casa dos avós paternos e retornou para casa à noite.

Na sexta-feira, a menina foi para a escola no período da manhã e, durante a tarde, permaneceu com a avó, retornando posteriormente para casa.

A mãe também foi questionada se a criança havia mencionado quem poderia ter sido o autor de eventual violência ou se apresentou algum comportamento anormal. Ela afirmou que não percebeu comportamento diferente e que a filha não se queixou de ninguém.

Após o atendimento inicial, a menina foi encaminhada ao Hospital Regional de Ponta Porã para receber atendimento no IML (Instituto Médico Legal).

O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso. Diante dos fatos, foi confeccionado boletim de ocorrência, registrado como estupro de vulnerável. O caso será encaminhado à 1ª Delegacia de Polícia Civil de Ponta Porã, que adotará as providências cabíveis.

A mãe foi orientada a comparecer à delegacia para formalizar a denúncia, levando os documentos obtidos após o atendimento no Instituto Médico Legal.

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