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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

08/06/2016 17:17

Decon fecha posto ilegal que vendia 12 mil litros de combustível por mês

Ponto de distribuição era autorizado pela ANP para funcionar em cooperativa, mas estava vendendo combustível no varejo

Helio de Freitas, de Dourados
Posto clandestino funcionava em terreno na área central de Dourados (Foto: Sidney Bronka/94 FM)Posto clandestino funcionava em terreno na área central de Dourados (Foto: Sidney Bronka/94 FM)
Bomba lacrada em posto de combustível clandestino (Foto: Sidney Bronka/94 FM)Bomba lacrada em posto de combustível clandestino (Foto: Sidney Bronka/94 FM)

Um posto de combustíveis clandestino que funcionava na área central de Dourados, cidade a 233 km de Campo Grande, foi fechado na tarde desta quarta-feira (8) pela Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Consumo).

Pelo menos 12 mil litros de gasolina e etanol eram vendidos no estabelecimento irregular, instalado em um terreno localizado na Rua Floriano Peixoto, entre Onofre Pereira de Matos e Joaquim Teixeira Alves.

Segundo o delegado que coordena a operação, Elton de Campos Galindo, o ponto de abastecimento foi autorizado pela ANP (Agência Nacional do Petróleo) para a Coopami (Cooperativa Agrícola, Pecuária e Industrial), mas estava comercializando combustível no varejo, o que é ilegal.

Na entrada do terreno existe uma placa com o nome da cooperativa, com horário de funcionamento e com os nomes dos sindicatos dos taxistas e mototaxistas. A bomba funcionava sobre um pequeno barraco, escondida atrás de uma parede de zinco.

A denúncia que chegou à Decon revelou que além dos cooperados, o local estava vendendo, para qualquer pessoa que procurasse o local, gasolina e etanol com preço bem inferior ao praticado pelos postos.

Conforme os preços informados na bomba encontrada no local, o preço da gasolina aditivada era de R$ 3,44 e do etanol de R$ 2,53 – quase 30 centavos abaixo dos preços médios apontados na pesquisa feita em maio pelo Procon de Dourados.

Elton de Campos Galindo disse ao Campo Grande News que um funcionário foi encontrado no local e arrolado como testemunha. O posto clandestino foi lacrado.

Força-tarefa – Desde segunda-feira, uma operação coordenada pela Decon em parceria com a ANP (Agência Nacional do Petróleo) e o Procon de Mato Grosso do Sul, com participação de agentes dos órgãos e policiais civis, percorre os postos de Dourados para fiscalizar a qualidade do combustível, a quantidade que sai das bombas e questões administrativas.

Segundo o delegado, até agora apenas problemas administrativos foram identificados e os postos notificados a se regularizarem dentro de 30 dias. “Por enquanto não encontramos nenhuma outra irregularidade”, afirmou.



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