A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

04/02/2016 12:25

Dez traficantes da fronteira são presos com uma tonelada de maconha no DF

Caroline Maldonado
Quatro carros eram usados como batedores, dando cobertura ao Palio Weekend que carregava a droga (Foto: Correio Braziliense)Quatro carros eram usados como batedores, dando cobertura ao Palio Weekend que carregava a droga (Foto: Correio Braziliense)

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu dez traficantes que entravam na região com uma tonelada de maconha oriunda de Ponta Porã, a 323 quilômetros de Campo Grande. Da fronteira com o Paraguai, a droga foi trasportada por 1.346 Km e seria distribuída em Águas Lindas (GO), Ceilândia e Samambaia (DF). Presos ontem (3), durante a Operação Cinderela, os integrantes da quadrilha levavam ainda quatro quilos de haxixe e uma pistola calibre 40.

Os investigadores da Cord (Coordenação de Repressão às Drogas da Polícia Civil) informaram ao jornal Diário Braziliense que essa é a maior apreensão de drogas realizada na Capital Federal nos últimos 12 meses. Para percorrer os mais de mil quilômetros sem serem notados, os traficantes faziam comunicação por radiotransmissores a fim de dificultar monitoramento da polícia.

Os integrantes da quadrilha estavam em cinco veículos, quatro deles usados como batedores, dando cobertura ao Palio Weekend que carregava a droga. Ao serem abordados, dois criminosos fugiram, mas foram encontrados pouco tempo depois, na zona rural de Edilânia (GO).

O delegado Rodrigo Bonach, chefe da Cord, disse que o complexo esquema montado para o transporte da carga chamou atenção dos investigadores. “Trata-se de uma organização logística muito forte, em que o veículo que trazia os entorpecentes foi cuidadosamente preparado, com a suspensão bastante reforçada, utilizando-se de dois jogos de placas diferentes e sem os bancos traseiros, com o objetivo de aumentar a capacidade da carga”, revelou.

A prisão ocorre dois meses após deflagrada a Operação Cinderela. Ainda conforme o Correio Braziliense, o nome é uma referência ao apelido de um dos investigados, Clesivaldo Pereira de Lima, também chamado de Pezinho, de 37 anos, braço direito de José Dario Lima da Silva, 45 anos, líder do grupo. A ação contou com apoio da DOE (Divisão de Operação Especial), DOA (Divisão de Operação Especial), Ditran (Divisão de Operação de Transportes, Ministério Público e 4ª Vara de Entorpecentes do Distrito Federal.



imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions