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Polícia vai fazer reprodução simulada de caso de mulher asfixiada pelo marido

Procedimento foi remarcado para quinta, mas realização depende da conclusão dos exames e análise de imagens

Por Viviane Oliveira e Silvia Frias | 16/03/2026 20:23
Polícia vai fazer reprodução simulada de caso de mulher asfixiada pelo marido
Leise foi morta por asfixia pelo marido dentro de casa (Foto: Reprodução)

A reprodução simulada do feminicídio de Leise Aparecida Cruz, morta por asfixia no início deste mês em Anastácio, a 122 quilômetros de Campo Grande, pelo marido Edson Campos Delgado, foi adiada por falta do laudo pericial.

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A Polícia Civil adiou a reprodução simulada do feminicídio de Leise Aparecida Cruz, ocorrido em Anastácio, Mato Grosso do Sul. O procedimento, inicialmente previsto para segunda-feira (16), foi remarcado para quinta-feira (19), aguardando laudo pericial e análise de imagens de segurança.A vítima foi encontrada morta em 6 de março, após ser asfixiada pelo marido, Edson Campos Delgado, que confessou o crime. O caso chamou atenção após o suspeito enviar mensagens do celular da vítima para despistar familiares, sendo a morte confirmada apenas na madrugada seguinte.

O procedimento estava inicialmente previsto para esta segunda-feira (16), mas foi remarcado para quinta-feira (19). A realização ainda depende da entrega do documento pelos peritos e da análise de imagens de câmeras de segurança.

Conforme a Polícia Civil, a reprodução só ocorrerá quando todos os elementos técnicos estiverem disponíveis. Caso o laudo não fique pronto até a nova data, o procedimento deverá ser transferido para a próxima semana.

Leise Aparecida Cruz foi encontrada morta dentro de casa na noite de 6 de março, na Rua Professora Cleusa Batista. Segundo as investigações, familiares receberam, pela manhã, uma mensagem enviada do celular da vítima por meio do WhatsApp, o que inicialmente afastou suspeitas. Apenas por volta das 23h, Edson comunicou que a mulher estava passando mal e que havia acionado socorro. Pouco depois, afirmou que a levaria ao hospital e, às 1h58 da madrugada, informou aos parentes que ela havia morrido.

A suspeita de morte violenta surgiu após análise preliminar do Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal), que identificou sinais de asfixia. Diante das evidências, o homem acabou confessando o crime. A reprodução simulada é considerada uma etapa importante para esclarecer a dinâmica dos fatos e consolidar as provas do caso.

Polícia vai fazer reprodução simulada de caso de mulher asfixiada pelo marido
Edson Campos confessou o assassinato durante depoimento à polícia (Foto: Divulgação)

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