Em Coxim, Polícia Rodoviária Federal apreende 1.641 canetas emagrecedoras
O motorista e a passageira do veículo foram presos e encaminhados à PF na Capital
RESUMO
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A PRF apreendeu 1.641 medicamentos emagrecedores na BR-163, em Coxim, durante fiscalização em um veículo abordado com apoio do BOPE/MS. Foram encontradas ampolas, canetas emagrecedoras e anabolizantes estrangeiros. O motorista e uma passageira foram presos. Em Campo Grande, uma clínica teve 1.294 frascos vencidos apreendidos por Procon, Decon, CRM e Vigilância Sanitária. O tráfico de medicamentos ilegais pode gerar lucro de até 415% para criminosos.
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Nesta quinta-feira (14), a PRF (Polícia Rodoviária Federal) apreendeu 1.641 medicamentos emagrecedores durante fiscalização na BR-163, em Coxim. A PRF abordou um Jeep Commander com apoio do BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais).
Segundo a corporação, foram encontradas 1.598 ampolas e 66 canetas utilizadas para emagrecimento, além de 426 anabolizantes de origem estrangeira. O motorista e uma passageira foram presos e encaminhados à Polícia Federal, em Campo Grande.
Ainda nesta quinta-feira, uma clínica de Campo Grande foi alvo de outra operação, que apreendeu 1.294 frascos vencidos de medicamentos para emagrecimento, que estavam armazenados junto de produtos dentro do prazo de validade. A ação foi realizada por equipes do Procon-MS, Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes contra as Relações de Consumo), CRM (Conselho Regional de Medicina) e Vigilância Sanitária, após denúncia sobre a origem dos medicamentos usados em procedimentos estéticos.
Os flagrantes reforçam o alerta sobre o avanço do comércio ilegal de medicamentos em Mato Grosso do Sul, considerado uma das principais portas de entrada do contrabando no País. Estudo do IDESF (Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras) aponta que o tráfico de medicamentos ilegais pode gerar margem de lucratividade de até 415% para grupos criminosos.
O crescimento da procura por canetas emagrecedoras e outros produtos voltados à perda de peso tem ampliado o mercado clandestino, principalmente de itens sem registro sanitário ou transportados de forma irregular pela fronteira do Estado.
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