Ex-mulher de líder do PCC morto em Bonito é presa por envolvimento no crime
Segundo a Polícia Civil, ela faz parte da organização criminosa e atuava como braço financeiro do grupo
Mulher, que não teve a identidade divulgada, foi presa nesta quarta-feira (4) por suspeita de envolvimento na morte de Diego Macedo Juiz, de 39 anos, apontado como liderança do PCC (Primeiro Comando da Capital) e conhecido pelos apelidos de “Proibido” e “Zebedeu”. O crime aconteceu na madrugada de 31 de outubro, em Bonito, a cerca de 300 quilômetros de Campo Grande.
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Conforme a Polícia Civil, a mulher é ex-esposa de Diego e também é investigada por integrar a mesma organização criminosa. As apurações apontam que ela ocupava uma função importante na estrutura do grupo, sendo responsável por dar suporte financeiro às atividades criminosas e atuar como braço financeiro do ex-companheiro.
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A prisão foi realizada em flagrante pela Delegacia de Polícia de Bonito. A mulher foi detida durante o andamento das investigações sobre a execução de Diego, que foi morto a tiros enquanto dirigia uma BMW 320i na região central do município.
Segundo a Polícia Civil, as investigações continuam para esclarecer completamente o homicídio, identificar todos os autores e responsabilizar os demais envolvidos.
Crime - Diego foi atingido por disparos na madrugada de 31 de outubro. Quando o Corpo de Bombeiros chegou, ele e o passageiro, Douglas Miranda Ribeiro, estavam desacordados dentro do veículo. Diego morreu ainda no local.
Douglas foi socorrido e encaminhado ao hospital de Bonito, mas também não resistiu aos ferimentos e morreu durante a transferência para Campo Grande.
Apontado como integrante e liderança do PCC, Diego havia sido condenado, em junho de 2021, a 14 anos de prisão pelo assassinato de Marcos Daniel Duarte Medina, executado com 13 tiros em julho de 2015, na região de fronteira entre Brasil e Paraguai. Ele havia deixado o sistema prisional neste ano.
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