Cortes no abdômen e unhas arrancadas: indígena morre com sinais de tortura
Informações iniciais eram que rapaz foi atropelado, mas lesões não eram compatíveis com atropelamento
Élco de Souza Cabreira, de 25 anos, morreu no fim da manhã desta segunda-feira (5), no Hospital da Vida, em Dourados. Ele havia sido encontrado com graves lesões pelo corpo e sinais de tortura no distrito de Prudêncio Thomaz, em Rio Brilhante, cidade distante cerca de 161 km de Campo Grande.
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Um jovem indígena de 25 anos, Élco de Souza Cabreira, morreu nesta segunda-feira (5) após ser encontrado com graves sinais de tortura em Rio Brilhante, Mato Grosso do Sul. Ele foi localizado ferido na madrugada do dia 26 de dezembro, próximo a uma igreja, com lesões na cabeça, rosto, abdômen e unhas arrancadas. Apesar de relatos iniciais de atropelamento, os médicos descartaram essa possibilidade devido à natureza dos ferimentos. A Polícia Civil investiga o caso, analisando imagens de câmeras de segurança. O corpo foi liberado para velório e sepultamento em Prudêncio Thomaz.
O jovem indígena e foi localizado ferido na madrugada do dia 26 de dezembro, em uma rua próxima a uma igreja do distrito. Socorrido por uma ambulância, foi levado ao hospital de Rio Brilhante.
Conforme o boletim de ocorrência, ele apresentava lesões na cabeça e no rosto, cortes no abdômen dos lados esquerdo e direito, suspeita de fratura no tórax e unhas das mãos arrancadas.
A irmã da vítima relatou que foi informada por pessoas desconhecidas de que o jovem teria sido atropelado. Segundo a equipe médica, os ferimentos não eram compatíveis com atropelamento. Após os primeiros atendimentos, Élco foi transferido ao Hospital da Vida, onde não resistiu e morreu.
O caso é investigado pela Polícia Civil de Rio Brilhante, que analisa imagens de câmeras de segurança para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.
O corpo foi encaminhado ao Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) de Dourados e liberado para velório e sepultamento, realizados nesta segunda-feira em Prudêncio Thomaz. De acordo com a polícia, Élco não tinha passagens policiais.
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