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Campo Grande, Domingo, 18 de Agosto de 2019

11/12/2018 22:01

Juiz libera da prisão homens acusados de abusar de meninas de 12 e 8 anos

Acusados não chegaram a ficar presos nem uma semana

Adriano Fernandes
Fachada do Fórum de Aquidauana. (Foto: JNE) Fachada do Fórum de Aquidauana. (Foto: JNE)

O juiz Giuliano Máximo Martins da comarca do Tribunaj de Justiça em Aquidauana, determinou a soltura, nesta terça-feira (11) de dois homens presos por terem abusado de duas crianças nas cidades de Aquidauana e Dois Irmãos do Buriti, há menos de uma semana. 

Em Aquidauna, a 135 km de Campo Grande, um idoso de 80 anos, estava preso desde a última sexta-feira (07) por ter estuprado por dois anos, uma menina de 12 anos. O caso ocorreu durante dois anos com o consentimento da mãe da criança, de 63 anos, que foi presa, mas também liberada hoje. 

Neste caso, o juiz converteu a prisão preventiva do idoso em prisão domiciliar e para a mãe da criança, conivente com os abusos, concedeu a liberdade, contanto que ela não mantenha contato com a filha.

Já em Dois Irmãos do Buriti, a 83 quilômetros de Campo Grande, o idoso de 62 anos, foi preso ainda ontem (10), depois de ser flagrado por trabalhadores, abusando de uma menina de apenas 8 anos.

O idoso teria abordado duas crianças em uma rua, sendo uma delas, um menino de 5 anos, que conseguiu fugir ao contrário da menina, que foi agarrada e beijada a força pelo homem. Ele ainda teria passado a mão por debaixo da blusa da menina. A situação foi flagrada por servidores que o deterão e chamaram a polícia.

Quanto ao este caso o juiz pontuou que a soltura ocorreu pois a vítima não teria “sofrido violência no primeiro contato”, mas o acusado, mesmo solto não pode se aproximar da vítima. O Juiz reforça que as investigações sobre o caso continuam e ainda em entrevista ao Jornal Notícias do Estado, afirmou que o seu julgamento nos dois casos, seguem a legislação.

“Foram dois flagrantes de situações que ocorreram de repente, não foi baseado em uma investigação com detalhes”, contou. Os casos ainda são investigados pela Polícia Civil.

 

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