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Campo Grande, Sexta-feira, 18 de Outubro de 2019

15/01/2018 06:44

Mulher morta pelo marido foi atingida por três tiros; um deles no pescoço

Crime aconteceu por volta das 18h de ontem (14), na Rua D, no Jardim Santa Júlia, em Três Lagoas

Viviane Oliveira
Halley foi morta pelo ex-marido, no fim da tarde de ontem (Foto: reprodução/JP News) Halley foi morta pelo ex-marido, no fim da tarde de ontem (Foto: reprodução/JP News)

Halley Coimbra Ribeiro Junqueira, 38 anos, foi morta com pelo menos três tiros na casa onde vivia com as três filhas, por volta das 18h de ontem (14), no Jardim Santa Júlia, em Três Lagoas, distante 338 quilômetros de Campo Grande. O principal suspeito de ter cometido o crime, Renato Bastos Ottoni, 62 anos, ex-marido da vítima, está foragido.

Conforme boletim de ocorrência, a filha da vítima de 15 anos contou que estava no quarto, quando ouviu disparos de arma de fogo e a mãe pedindo “pelo amor de Deus para o autor não atirar”. Em seguida, a adolescente ouviu um terceiro disparo e um barulho no interfone, indicando que alguém abria o portão. Ela, então, saiu do cômodo e encontrou a mãe caída na cozinha embaixo de uma poça de sangue na região da cabeça. Já o padrasto, havia fugido com o veículo Cruze, de cor cinza.

Além da adolescente, na casa havia ainda outras duas crianças de 3 e 6 anos, filhas da vítima. O corpo de Halley foi levado para o Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal). Conforme informações preliminares, a vítima foi morta com pelo menos três tiros, sendo na região das costas, pescoço e nuca.

A vítima estava separada do autor desde setembro do ano passado. No entanto, segundo depoimento da filha mais velha de Halley, os dois não entravam em um acordo sobre o valor a ser pago referente a pensão alimentícia. Segundo testemunhas, Renato residia em um condomínio no município de Castilho (SP).

Os policiais fizeram buscas no endereço, mas até o fechamento deste texto o autor ainda não havia sindo encontrado. O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) de Três Lagoas, mas será investigado pela Dam (Delegacia de Atendimento à Mulher).

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