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Saúde e Bem-Estar

Anvisa proíbe app de vender produtos derivados de cannabis no Brasil

Aplicativo Qura anunciava itens ligados à Vitanabis sem registro ou autorização sanitária

Por Gustavo Bonotto | 03/08/2026 23:27
Anvisa proíbe app de vender produtos derivados de cannabis no Brasil
Anvisa considerou irregular venda de cannabis pelo Qura App. (Foto: Reprodução)

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a comercialização e a divulgação de produtos derivados de cannabis associados à empresa Vitanabis Intermediação e Serviços Ltda. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (3) e suspende a oferta dos itens anunciados pela marca Qura App em plataformas digitais e redes sociais.

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A Anvisa proibiu a comercialização e divulgação de produtos derivados de cannabis da empresa Vitanabis, que opera sob a marca Qura App, por ausência de registro sanitário. A medida, publicada no Diário Oficial, também suspendeu medicamentos manipulados de duas farmácias e determinou apreensão de gases medicinais de empresa não autorizada. A resolução impede pessoas físicas, empresas e veículos de comunicação de venderem ou anunciarem os produtos.

Segundo a agência, a fiscalização identificou a divulgação e a venda dos produtos sem registro ou autorização sanitária. A medida alcança todos os produtos derivados de cannabis divulgados pela empresa e também impede que pessoas físicas, empresas e veículos de comunicação comercializem ou façam publicidade dos itens.

A Anvisa informou que a decisão ocorreu após análise de evidências que apontaram descumprimento das regras sanitárias brasileiras. Produtos classificados como medicamentos precisam ter registro ou autorização específica antes de serem vendidos no país.

A determinação também suspendeu a comercialização e a propaganda de medicamentos manipulados produzidos por duas farmácias e determinou a apreensão de gases medicinais fabricados por uma empresa sem autorização para produzir medicamentos.

As medidas constam na Resolução nº 3.024/2026, publicada no DOU (Diário Oficial da União). A Anvisa não informou, no texto da resolução, a quantidade de produtos atingidos pela suspensão.