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Ponte sobre o Rio Paraguai entra em obras e passa a operar em meia pista

Recuperação estrutural começa nesta sexta-feira na BR-262, em Corumbá; tráfego seguirá no sistema pare e siga

Por Viviane Oliveira | 11/06/2026 11:48
Ponte sobre o Rio Paraguai entra em obras e passa a operar em meia pista
Obras de recuperação estrutural alteram o tráfego na ponte sobre o Rio Paraguai, na BR-262 (Foto: Saul Schramm/Secom/Arquivo)

Motoristas que trafegam pela BR-262, em Corumbá, a 428 quilômetros de Campo Grande, precisarão redobrar a atenção a partir desta sexta-feira (12). A ponte sobre o Rio Paraguai passará a operar em meia pista para o início das obras de recuperação estrutural.

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A ponte sobre o Rio Paraguai, na BR-262, em Corumbá, passará a operar em meia pista a partir desta sexta-feira (12) para obras de recuperação estrutural avaliadas em R$ 11,7 milhões. O fluxo será mantido em sistema pare e siga, 24 horas por dia. Executada pela Agesul e pelo DNIT, a obra prevê correção de falhas e reforço estrutural, com interdições programadas a cada 21 dias, preferencialmente nos fins de semana.

Nesta primeira etapa, não haverá interdição total da travessia. O fluxo de veículos será mantido em sistema de pare e siga durante 24 horas por dia, com apoio de plataformas metálicas para garantir a passagem dos usuários.

A sinalização já começou a ser instalada em pontos estratégicos da rodovia para orientar os motoristas que seguem para Corumbá ou retornam do município. Faixas informativas e painéis de LED serão posicionados na entrada de Miranda, no acesso ao Lampião Aceso, no Anel Rodoviário, nas proximidades do pedágio e na entrada de Porto Esperança.

Com investimento superior a R$ 11,7 milhões, a obra será executada pela Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), em parceria com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes). O projeto prevê a recuperação completa da estrutura da ponte, incluindo correção de falhas e reforço dos elementos estruturais para ampliar a segurança e a vida útil da travessia.

Segundo o Governo do Estado, poderão ocorrer interdições programadas ao longo da obra, em média a cada 21 dias. As paralisações devem ocorrer preferencialmente aos fins de semana e no período noturno, sempre com comunicação prévia à população.

O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara de Carvalho, afirmou que o planejamento foi elaborado para minimizar os impactos aos usuários sem comprometer a segurança da execução. “Estamos avançando para uma recuperação completa da estrutura, com soluções definitivas e tecnologia adequada. Essa ponte é estratégica para Corumbá e para todo o Pantanal”, afirmou.

A ponte já havia passado por uma intervenção emergencial realizada pelo Governo do Estado para estabilização da estrutura. Com o início desta nova etapa, a proposta é garantir uma solução definitiva para um dos principais corredores de integração regional, utilizado para o escoamento da produção, o turismo e o deslocamento de moradores da região pantaneira.

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