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Campo Grande, Quarta-feira, 28 de Junho de 2017

21/11/2014 14:32

Volta a chover após uma semana, mas acumulado no mês ainda é baixo

Helio de Freitas, de Dourados
Chuva mais forte ocorreu no perímetro urbano de Durados, mas não houve registro de incidentes (Foto: Eliel Oliveira)Chuva mais forte ocorreu no perímetro urbano de Durados, mas não houve registro de incidentes (Foto: Eliel Oliveira)

Na tarde desta sexta-feira voltou a chover em Dourados, a 233 km de Campo Grande, após uma semana de estiagem e altas temperaturas. A chuva durou pouco mais de dez minutos, mas foi suficiente para alagar algumas ruas da área central e da parte sul da cidade. Entretanto, não houve registro de incidentes.

Apesar do grande volume da precipitação no perímetro urbano, na área rural não tinha chovido até às 14h30. Na saída para Caarapó, onde fica a estação meteorológica da Embrapa Agropecuária Oeste, tinha chovido apenas 1,2 milímetros até esse horário. A chuva derrubou a temperatura de 32,9 graus registrada de manhã para 24.4ºC, verificada às 14h15.

O agrometeorologista da Embrapa, Ricardo Fietz, informou que os principais institutos de meteorologia são unânimes ao informar que o fim de semana será chuvoso em Dourados e cidades da região.

Mesmo com a chuva de hoje, o acumulado do mês ainda está abaixo da média histórica de novembro. Do dia 1º até ontem tinha chovido em Dourados 74,6 milímetros, quando a média normalmente chega a 156,6mm.

Ricardo Fietz informou que a umidade do solo, importante para o plantio da safra de soja e para o desenvolvimento da planta, está em condições razoáveis, a 60%. “Ainda assim essa umidade é baixa. Tem chovido regularmente, mas o calor e a forte radiação solar ajudam a reduzir a umidade do solo. Para ser considerada ideal, precisa chegar aos 75%. Esse número pode ser alcançado com as chuvas previstas para o fim de semana”, informou o especialista ao Campo Grande News.

No início de outubro a cidade de Dourados, assim como boa parte de Mato Grosso do Sul, registrou as maiores temperaturas das últimas três décadas, com calorão de até 42 graus e duas semanas de seca.




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