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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

07/12/2013 15:40

Leilão da Resistência reúne mais de mil pessoas, entre elas políticos federais

Luciana Brazil e Lidiane Kober
Leilão reúne políticos estaduais e federias e produtores do Estado. (Fotos: Cleber Gellio)Leilão reúne políticos estaduais e federias e produtores do Estado. (Fotos: Cleber Gellio)

Mais de mil pessoas, entre elas vários deputados estaduais e federais, participam na tarde de hoje (7) do Leilão da Resistência, na Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande. Serão leiloados mais de mil animais, entre gados e galinhas, além de grãos, como mil quilos de milho doados pelo Sindicato Rural de Maracaju.

A intenção do evento, promovido pelos produtores rurais do Estado, é arrecadar dinheiro para financiar ações de combate à invasão de terras. De acordo com a Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), já são 79 terras invadidas por indígenas no Estado.

Participam do leilão o senador Waldemir Moka (PMDB), os deputados federais Fábio Trad (PMDB), Reinaldo Azambuja (PSDB) e Luiz Henrique Mandeta (DEM), além dos deputados estaduais Júnior Mochi (PMDB), Lídio Lopes (PEN), Zé Teixeira (DEM), Marcio Monteiro (PSDB), Marcio Fernandes (Pt do B), Mara Caseiro (PT do B)Júnior Mochi (PMDB) o presidente da Assembleia Jerson Domingos (PMDB) e o secretário de Estado de Habitação e das Cidades, Carlos Marun.

No início do evento fizeram uso da palavra o presidente da Acrissul, Chico Maia, e o presidente da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), Eduardo Riedel.

Integrante da Frente Parlamentar Agropecuária da Câmara dos Deputados, o deputado Ronaldo Caiado (DEM- GO), presente no leilão, criticou o governo Federal no que diz respeito a solução para os conflitos de terra.

“O governo federal não tem interesse em resolver o conflito por terra. Promete, mas nunca trás nada de concreto. As invasões acontecem por uma ausência de regra e o reflexo é muito ruim para Mato Grosso do Sul porque cria uma instabilidade. O estado corre o risco de não ter o investimento”, lamentou.

Para ele, é preciso precisa mostrar indignação diante da situação. “O povo brasileiro precisa se mostrar indignado com a conivência da União com a baderna, só assim para as coisas mudarem”.

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Os processos revolucionários como o foi para a burguesia na queda do feudalismo é irreversível, e representará para a burguesia latifundiária seu fim, a reforma agrária e a retomada das terras originária e sagradas anda a paços largos.
Dificilmente, mesmo com todo o esforço que empregam, juntamento, leilões, jagunços, uso do poder político que ainda lhes restam, permitirá intento em suas empreitadas.
O próprio capital sabe que para manter o mínimo de controle sobre as classes proletárias precisam de tempos em tempos abrir concessões. A mobilização de junho dos trabalhadores abre caminhos não contra o governo A ou B, mas contra a dominação do capital em desfavor dos trabalhadores que com sua força de trabalho inclusive, mantem as bases atuais do capitalismo contemporâneo.
 
adenilso assunção em 08/12/2013 13:20:25
Dá-se então os contornos da ocupação das terras no MS, grandes propriedades de monocultura da soja, do milho e do boi...São esses que detêm também o poder econômico e político no Estado. Elegendo deputados, vereadores, prefeitos e governadores.
A luta da população campesina e indígena pela retomada dessas terras representa também, a possibilidade de um novo panorama político no MS, qual seja, a perda do poder político dos coronéis do latifúndio. Daí o desespero em armar-se de todas as formas para manterem seu statos e poder sobre os demais seres vivos que habitam o Mato Grosso do Sul.
 
adenilso assunção em 08/12/2013 13:14:50
o liberalismo um dos pilares do capitalismo, que fundamentalmente defendeu e garantiu o direito à propriedade, a livre concorrência, o direito a liberdade política, religiosa, direito a herança. Impregnado na Revolução Burguesa que derrubou o feudalismo e, por fim, garantiu nesta vitória as bases da sociedade atual, exatamente com o direito a propriedade posto até hoje.
A forma como Portugal "descobriu" e colonizou o Brasil, com as capitanias hereditárias, grandes poções de terra em mãos de poucos, agregado, no Mato Grosso do Sul com a forma de ocupação territorial, principalmente pós-guerra do Paraguai, onde com forças coronelescas garantidas a ocupação com jagunços contratados, acontece a expulsão da população campesina e indígena de suas terras sagradas,e originárias...
 
Adenilso Assunção em 08/12/2013 13:04:51
DIANTE DE TAIS AFIRMAÇÕES PODEMOS VER O DESESPERO DOS RURALISTAS EM SABER QUE OS POVOS INDÍGENAS PODERÃO CONQUISTAR ESPAÇOS DENTRO DAS VARIAS CAMADAS ADMINISTRATIVAS MUNICIPAIS , ESTADUAIS E FEDERAIS ESTÃO ATIRANDO ABERTAMENTE SEM SE PREOCUPAREM COM NADA , QUEREM ATRAIR A ATENÇÃO DO POVO PARA DESVIAREM DA REAL MOTIVAÇÃO .
QUEREM LUCROS E MAIS LUCROS , A VIDA HUMANA , A CULTURA A INSTIÇÃO DE UMA CIVILIZAÇÃO E SUAS TRADIÇÕES NÃO TEM VALOR . LEMBREM SE POVOS INDÍGENAS SOMANDO TEMOS MAIS DE 50.000 VOTOS VAMOS MARCAR O NOSSO ESPAÇO , PENSEM NAS PRÓXIMAS GERAÇÕES E VOTE UNIDOS . VAMOS VIRAR A MESA VOTAR COMO POVO E NÃO COMO INDIVIDUO . SOMOS EM MENOR NÚMERO MAIS UNIDOS VAMOS DERRUBAR O GOLIAS ...
"NÃO TEMEMOS QUEM ADORA A PRÓPRIA MORTE , SOMOS GUERREIROS .
 
SILAS BELO em 07/12/2013 21:24:08
Quando o povo se arma, é chamado de guerrilheiro, de bandido. Quando são os poderosos, tudo parece permitido.
 
Carlos Barros Gonçalves em 07/12/2013 20:13:31
E AGORA ZECA ESTAVA LA Reinaldo Azambuja (PSDB)
 
IRENO FERREIRA em 07/12/2013 19:51:52
apoio os ruralistas..pois deles dependem o nosso pais, quando tem crise financeira que segura as pontas são eles...tirar terra deles e darem pros indio plantarem o correspondente a um quintal de mandioca e desperdiçar o resto da terra que sempre fica abandonada significa anti-patriotismo.
 
samuel vosni em 07/12/2013 16:25:07
vocês estão contratando pistoleiros para matar índios? Toda essa covardia em nome do dinheiro? covardes e insanos.
 
genilda neves em 07/12/2013 16:05:02
em mato grosso do sul é muito dificil resolver problema indigena porque os politicos aproveitam essa bagunça p. fazer negociaçoes com o governo federal em benefificio proprio!!!! se eles quisessem mesmo isso ja tinha sido resolvido mas em quanto tiverem como tirar proveito da situação eles não resolvem mesmo esse problema !!!
 
paulo costa em 07/12/2013 15:52:41
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