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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

08/06/2012 09:32

Ministério da Educação dobra número de vagas de Medicina em MS

Aline dos Santos

Nesta semana, ministro anunciou a abertura de 1.615 vagas em todo o país

Na UFMS de Campo Grande, serão mais 20 vagas. (Foto: Minamar Júnior)Na UFMS de Campo Grande, serão mais 20 vagas. (Foto: Minamar Júnior)

O MEC (Ministério da Educação) vai dobrar a oferta de vagas em Medicina no Estado. Conforme portaria publicada nesta sexta-feira, as vagas vão passar de 110 para 220.

A UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) de Campo Grande, que oferecia 60 vagas, foi autorizada a ter mais 20. A UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), que tem 50 vagas, terá mais 30.

Na unidade da UFMS em Três Lagoas, o curso foi criado com 60 vagas. Dados da CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde) de 2011 mostram que Campo Grande concentra 60% dos médicos no Estado, no total de 3.333 profissionais.

Conforme o MEC, fica autorizada a expansão das vagas em cursos de Medicina de acordo com a capacidade de cada instituição, para manter a qualidade no ensino.

Nesta semana, o ministério anunciou a abertura de 1.615 vagas em todo o país, sendo 1.040 em 18 novos cursos em 12 Estados. Outras 800 vagas serão abertas em nove instituições particulares. Até o final de 2013 todas as vagas devem estar implantadas.

Conforme o ministro Aloizio Mercadante, a abertura de novas vagas seguiu critérios específicos, como a disponibilidade de uma rede hospitalar que possa acompanhar a formação do médico, além do chamado índice de leitos do SUS (Sistema Único de Saúde), que deve ser de cinco para cada profissional em formação.

Para apoiar a expansão das vagas serão contratados 1.618 professores e 868 técnicos administrativos.

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ACORDA BRASIL. O problema não é falta de médico OU de pediatras. O problema é o pediatra ter a disposição de deixar sua casa e fazer plantão aos finais de semana, recebendo um salário desses. Não é tão difícil resolver o problema. Basta vontade política.
 
Sandro Trindade Benites em 09/06/2012 09:01:24
Acredito realmente que a questão NÃO é o número de médicos formados e sim, a qualidade ética e científica dos formandos, o número de especialistas e a política de remuneração extremamente defasada. Ex: no último concurso aberto na Prefeitura de Campo Grande, o salário oferecido aos pediatras plantonistas era de R$2.000,00 BRUTO. No mínimo VERGONHOSO pra quem estudou 10 anos.
 
Sandro Trindade Benites em 09/06/2012 08:57:32
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