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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

27/01/2010 09:59

Moradores do São Caetano ameaçam fechar ruas alagadas

Redação

Indignados com a situação das ruas do bairro São Caetano, em Campo Grande, os moradores ameaçam fechar as vias para impedir totalmente a passagem até que uma providência seja tomada. Em algumas delas apenas veículos de grande porte, como caminhonetes, conseguem trafegar e as poças de água já ocupam completamente muitas das vias, dificultando o acesso dos moradores.

"Vamos fechar para ver se alguém toma uma providência. Como as pessoas vão andar na água?", questiona o pedreiro Ronildo Souza, de 37 anos.

Na rua da casa dele, a José Matte, uma grande poça de lama ocupa a extensão da via nos dois lados. "Os meninos já estão usando isso aí para pescar", brinca o morador, que também não esconde a indignação com a área.

Ele conta que desde outubro o trecho está em condições precárias. Reportagem do Campo Grande News publicada na última sexta-feira (15) mostrou a situação das ruas, e que alguns moradores tiveram até que fazer obras de contenção nos quintais para que a água não invadisse suas casas.

Mais de dez dias após a denúncia do problema, a situação no bairro é a mesma, mas a revolta dos moradores aumentou.

"Isso aí dá dengue", alerta o pedreiro Paulo Alves Barbosa, de 35 anos, em relação à água parada nas ruas. Ele reclama do trajeto que tem que fazer todos os dias, no meio da lama, para chegar à sua casa.

Trabalhadora de uma confecção, Patrícia Benitez, de 39 anos, diz que a passagem de ônibus agrava ainda mais os buracos formados na rua. "Essa água aí é podre", acrescenta.

Em frente à casa do autônomo Nilson Oliveira de Almeida, de 24 anos, fica uma das maiores poças de água. A "solução" encontrada pelos moradores para desviar da lama foi fazer um desvio por cima da calçada dele.

"Não me incomodo em passarem aqui, mas alguém tem que resolver esse problema", aponta. Ele afirma que cada vez que a cada chuva a situação fica pior.

Parada - Na rua Conde de Boa Vista, bairro Santa Emília, os moradores pensaram que teriam resolvido o problema de ruas esburacadas. "Já era ruim, mas depois que começaram a mexer com o asfalto ficou muito pior", reclama a vendedora Sônia Oliveira, de 30 anos.

Ela conta que as obras tiveram início em setembro do ano passado e depois de serem interrompidas algumas vezes, foram "abandonadas" em dezembro. Desde então, algumas ruas e cruzamentos estão interrompidos por conta dos montes de terra, e outras completamente alagadas porque a água empoça nas erosões.

"Já estou esperando que chegue aqui", afirma o padeiro Paulo Henrique da Silva, de 21 anos, que divide a esperança de que as obras sejam retomadas, ao passo que teme que os montes de terra sejam deixados em frente à sua casa, como ocorre em outros pontos do bairro.

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