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Campo Grande, Quarta-feira, 18 de Outubro de 2017

03/08/2009 10:41

Mulher aliciava adolescentes na Capital desde 2006

Redação

Uma mulher de 27 anos aliciava adolescentes em Campo Grande para a prostituição desde 2006.

Mariana Brandão foi presa semana passada (29) e confessou que abordava garotas de boa aparência perto de escolas e as convencia a fazer sexo em troca de dinheiro.

A delegada da Depca (Delegacia de Proteção à Infância e à Adolescência) Regina Márcio Rodrigues de Brito Mota, conta que há denúncias contra Mariana desde 2006, no entanto, somente com o relato de duas adolescentes, ambas de 14 anos, que foram aliciadas por ela, é que foi possível a prisão.

As investigações começaram em 16 de junho desse ano quando as mães das garotas registraram o desaparecimento das filhas. Um dia após o sumiço, elas voltaram para casa com compras de roupas.

Por diversas vezes as meninas chegavam em casa com roupas novas. As mães desconfiaram da situação, pois nenhuma delas trabalhava e tinha dinheiro. As adolescentes foram questionadas e acabaram confessando que faziam programas.

A pedido das mães, as garotas então procuraram à Depca e contaram que foram abordadas por Mariana na porta do colégio em que estudam, na região Norte da Capital. Mariana as procurou outras vezes e então elas foram convencidas, devido à promessa de dinheiro fácil, a se prostituírem.

Elas foram levadas para a casa da aliciadora, tomaram banho e ganharam roupas novas. De lá, seguiram para o programa, levadas pelos clientes, de carro. Uma delas era virgem.

Após o programa elas não voltaram para casa, por medo. Por isso foi registrado desaparecimento delas. Quando chegaram, estavam com compras.

A aliciadora foi presa na área central da Capital quando aguardava uma carona. Ela contou que recebia R$ 50 do total do programa, que variava entre R$ 150 e R$ 200.

De acordo com a delegada Regina, a mulher disse que passou a aliciar adolescentes após ter decidido não mais fazer programas.

Nos primeiros programas, os clientes pegavam as adolescentes na casa de Mariana. Quando as garotas já estavam "adaptadas", os encontros eram marcados em outros pontos, como o centro da cidade.

As adolescentes que relataram o caso à Polícia disseram que viram na casa de Mariana de 14 a 15 adolescentes, algumas delas com 12 anos. A maioria das meninas têm boa aparência, são de família de baixa renda e foram abordadas perto de escolas.

Clientes - Um dos clientes das meninas que denunciaram o caso é um advogado e outro tem 79 anos. Eles já foram identificados pela Depca.

Os clientes serão intimados a depor como testemunhas. A delegada explica que o artigo 244

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