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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

02/01/2009 20:17

Mulher culpa dono de clube por confusão em reveillon

Redação

A funcionária pública Egma Pereira, 43 anos, culpa Cleiton Janiski, proprietário do clube Águas do Pantanal, pela confusão instalada no local na noite do dia 31 de dezembro. Segundo ela, houve total desorganização da direção em relação aos preparativos da festa e a venda desregrada de convites significou que o dono do clube só estava mesmo interessado no dinheiro e não no bem estar de quem comemoraria o ano novo no local, conforme afirmação feita pela funcionária ao Campo Grande News.

Tudo começou quando, com o temporal, milhares de pessoas começaram a invadir o local onde era preparada a ceia. Isso dificultou os serviços de segurança no clube e o trânsito passou a ficar engarrafado nas imediações do recinto.

Cleiton disse ao Campo Grande News, na manhã de hoje, que as pessoas começaram a invadir tudo com o temporal. Em contrapartida, Egma revela ter visto vários seguranças de braços cruzados, comendo e bebendo após a bagunça ter sido instalada.

Ela alega que alguns parentes teriam chegado ao local por volta das 21 horas para guardar lugares para outros membros de sua família. Mas, que devido ao intenso engarrafamento no local, ficou impossibilitada de encontrá-los e com isso acabou passando a virada de ano brigando com os seguranças para que estes a deixassem entrar no clube.

"Antes da festa fui conhecer o clube para ver como estava a organização da festa e não me deixaram entrar. Quando estava chegando na festa e vi o engarrafamento, liguei para meu cunhado e ele me disse que lá dentro estava pior que do lado de fora. Venderam convites sem se programar", protestou a funcionária.

De acordo com Cleiton, o restaurante tem capacidade para 600 pessoas e quando o temporal começou havia cerca de 1,5 mil no clube. Houve correria no restaurante e na cozinha.

Enquanto isso, segundo ele, formou-se uma fila de carros na rodovia, cerca de 300. Os seguranças que trabalhavam na frente foram chamados para ir ao restaurante e por isso a entrada ficou suspensa.

Cleiton explica que como houve uma grande concentração de pessoas na cozinha, as funcionárias não conseguiram mais trabalhar. Mantimentos, como latas de milho e ervilhas foram levadas, assim como barris de chope, segundo ele.

Segundo Cleiton, o clube esperava vender de 1,5 mil a 2 mil ingressos. No entanto, vendeu muito mais e de última hora foram comprados mais 60 barris de chope e alimentos.

Ele disse que a festa não foi promovida com fins lucrativos e que o clube até arcou com 30% do que foi gasto. "Compramos o chope da Kaiser a R$ 1,40 e vendemos a R$ 1".

Cleiton disse ainda que a festa continuou após a confusão e que os shows que estavam programados, como o da dupla Marco Aurélio e Paulo Sérgio, foi realizado. Já Egma afirma que devido ao tumulto, tudo foi cancelado, inclusive os shows.

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